Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2007

Pling, plong, shiu, iu, iu, ui… ói… dói…

 

Pling… zing… zong… pong… ding… dong… plong… pling, ding, dong… ssshhh… ssshhh… shiu… iu… iu… ui… ui… sling… ding… dong… pong… shiu… iu… ui… iu… ui… ui… ui, ui, ui… dói… pling… zing… zong… pong… ding… dong… plong… pling, ding, dong… ssshhh… ssshhh… shiu… iu… iu… ui… ui… sling… ding… dong… pong… shiu… iu… ui… iu… ui… ui… ui, ui, ui… dói… pling… zing… zong… pong… ding… dong… plong… pling, ding, dong… ssshhh… ssshhh… shiu… iu… iu… ui… ui… sling… ding… dong… pong… shiu… iu… ui… iu… ui… ui… ui, ui, ui… dói… pling… zing… zong… pong… ding… dong… plong… pling, ding, dong… ssshhh… ssshhh… shiu… iu… iu… ui… ui… sling… ding… dong… pong… shiu… iu… ui… iu… ui… ui… ui, ui, ui… dói… pling… zing… zong… pong… ding… dong… plong… pling, ding, dong… ssshhh… ssshhh… shiu… iu… iu… ui… ui… sling… ding… dong… pong… shiu… iu… ui… iu… ui… ui… ui, ui, ui… dói… pling… zing… zong… pong… ding… dong… plong… pling, ding, dong… ssshhh… ssshhh… shiu… iu… iu… ui… ui… sling… ding… dong… pong… shiu… iu… ui… iu… ui… ui… ui, ui, ui… dói… ó como dói… ui… pling… ping, ping, ping… pling, plong, dong… ói… ui… fui… ui… ói… dói… pling… ssssssssshhhhhhhhhssssssssssssssshhhhhhhhhhhhhhhhhhhhsssssssssssssssssssssshhhhhhhhhhhhhhhhhhhsssssssssshhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhsssssssssssssssssssssssssshhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????.............


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Domingo, 30 de Dezembro de 2007

... eis a questão!

 

— Pai?

— Sim.

— Disseram-me que em tempos foste idealista.

— Sim.

— E o que é que quer dizer idealista?

— Significa que se vive de acordo com aquilo que se considera certo.

— Agora já não fazes isso?

— Há perguntas a que já não consigo responder.

 


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Sábado, 29 de Dezembro de 2007

Saber ou não saber...

 

Sei agora com maior nitidez que os primeiros passos na investidura de um regime, de um governo ou de um executivo camarário, tanto podem indiciar liberdade como desgraça.


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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

A Quinta Revolução de Fátima

 

Acaba de sair um livro de Irene Flunser Pimentel (historiadora distinguida este ano com o Prémio Pessoa) intitulado “História da PIDE”.

Lá se dá conta que a polícia política do regime do Estado Novo matou relativamente pouco – menos de uma morte por ano, de 1945 a 1974. Isto em Portugal Continental porque em África a conjuntura era distinta. Algumas das mortes podem mesmo ser resultantes do mau uso de armas de fogo em situações tensas, tais como nos casos das mortes de Dias Coelho ou Ribeiro e Santos.

Também se refere que não matar não significa não torturar. E aí “a PIDE utilizou com grande eficácia a tortura do sono”, dado tratar-se de uma técnica quase infalível e que não deixa marcas, sobretudo físicas.

Daqui podemos passar à velha questão antifascista que define o imaginário da esquerda, a do “falar na prisão”. Os elementos recolhidos levam a desmistificar muita coisa. E aí a historiadora é peremptória: “Há supostos heróis que, afinal, não o são e pessoas injustamente estigmatizadas como traidoras”.

Parece que há por aí muito antifascista a reescrever a história – a sua história.

Um dos mitos mais propalados pelos comunistas portugueses consistia na afirmação de que sempre houve uma imensa maioria do “povo” a opor-se ao Estado Novo. Só que, e para contrariar a pertinência de tal argumento, permanece a circunstância de Salazar ter estado tantos anos no governo em paz e sossego.

E aqui é que a revelação nos parece verdadeiramente surpreendente. A autora ficou impressionada com a questão dos informadores.

E escreve: “Havia muito mais pessoas a oferecerem-se à PIDE do que aquelas que a polícia política alguma vez poderia utilizar.”

Mas que povo é este? Que povo?

Só nos resta perguntar como Pessoa: “Quem vende a verdade, e a que esquina?

E responder como ele: “Meu pobre conhecimento ligeiro, / Andas buscando o estandarte eloquente / Da filarmónica de um Barreiro / Para que não há barco nem gente.”

 


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Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007

A Quarta Revelação de Fátima: Deus é ateu

 

A editora “Campo das Letras” acaba de editar um livro do teólogo católico Anselmo Borges intitulado “Deus no Século XXI e o Futuro do Cristianismo”, onde o autor reúne, pela primeira vez, uma reflexão sobre diferentes saberes, desde a sociologia, passando pela história, psicologia, genética e acabando na neurobiologia.

Para o autor, o futuro das religiões passa pelo seu interesse em defenderem a dignidade humana, a “única causa de Deus”.

Na entrevista dada ao “Expresso”, o autor afirma que, “no futuro, ou há uma experiencia mística autêntica ou as religiões degeneram”, porque se desviaram de Deus.

E depois profere: “Deus é ateu”. E explica: “Deus não coloca a questão de Deus. Na autêntica perspectiva religiosa, e nomeadamente no cristianismo, Deus manifesta-se não por causa dele mas por causa das mulheres e dos homens, da sua felicidade”. (…)“As Igrejas têm dificuldade em aceitar a autonomia dos seres humanos.” (…)“Ora, uma religião ou é libertadora ou não serve para nada”.

 


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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Uma coisa e outra coisa

 

Uma coisa é saber que o que nos contam é mentira. Outra, bem diferente, é conhecer a verdade.

Identificar a verdade é aquilo que dói.

Mas a verdade anda sujeita a uma versão e isso converte-a em História.

E, como todos sabemos, a História é uma versão da mentira dos vencedores.

No fundo, somos sempre aquilo que os outros contam de nós.

 


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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2007

Entre o Natal e o Ano Novo

 

Quarto provérbio de Li Pó, desaparecido em 837: “Só quem ignore que mente pode dar à luz a mentira perfeita.”


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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007

Pling, pling, pling, sh...

 

 

Pling, pling, pling, sh, pling, pling, pling, sshh, pling, pling, pling, ssshhh, pling, pling, pling, sssshhhh, pling, pling, pling, ssssshhhhh, pling, pling, pling, sssssshhhhhh, pling, pling, pling, ssssssshhhhhhh, pling, pling, pling, sssssshhhhhh, pling, pling, pling, ssssshhhhh, pling, pling, pling, sssshhhh, pling, pling, pling, ssshhh, pling, pling, pling, sshh, pling, pling, pling, sh, pling, pling, sshh, pling, pling, pling, ssshhh, pling, pling, pling, sssshhhh, pling, pling, pling, ssssshhhhh, pling, pling, pling, sssssshhhhhh, pling, pling, pling, ssssssshhhhhhh, pling, pling, pling, sssssshhhhhh, pling, pling, pling, ssssshhhhh, pling, pling, pling, sssshhhh, pling, pling, pling, ssshhh, pling, pling, pling, sshh, pling, pling, pling, sh, pling, pling, sshh, pling, pling, pling, ssshhh, pling, pling, pling, sssshhhh, pling, pling, pling, ssssshhhhh, pling, pling, pling, sssssshhhhhh, pling, pling, pling, ssssssshhhhhhh, pling, pling, pling, sssssshhhhhh, pling, pling, 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Domingo, 23 de Dezembro de 2007

Outra vez o Natal

 

Agora que está a chegar o Natal, aflige-me a insensatez de Fátima, daqueles monumentos enormes de betão e vidro feitos segundo o conceito de que o que é grande e dá nas vistas é o que aproxima o Homem de Deus.

Miguel Torga relata que uma rapariguinha chegou ao pé de si transtornada depois de visitar Fátima. Vinha deslumbrada com a multidão, com o espectáculo, com o lugar. Dizia que era isso o que lhe indicava o sobrenatural e o divino. Isto em Abril de 1947.

O escritor transmontano contou-lhe então que essa emoção se podia sentir em Roma; na emoção provocada pelas catacumbas, onde tinham vivido os Cristãos; no Coliseu, onde tinham lutado os gladiadores com as feras; e o Arco do Triunfo onde tinham passado tiranos.

“- Concebo a sua fé, e respeito-a – acrescentei. – Mas para que qualquer fique carregado de uma electricidade emotiva, não é preciso que Deus ou a sua mãe venham cá abaixo. O homem é muito capaz de uma façanha destas. Basta que um pastor ou um bispo se resolvam a criar um mito. Então, as pedras transformam-se em altares, e uma manjedoira no berço mágico de um redentor.”

A cristandade abandonou o milagre da exaltação do menino Jesus pobre, mas redentor, e em seu lugar colocou uma Nossa Senhora branca por fora e por dentro, coroada de ouro, benzedora de medalhas, salvadora de Papas e aglutinadora de multidões sôfregas do milagre da multiplicação do dinheiro.

 


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Sábado, 22 de Dezembro de 2007

A tensão do entardecer...

 

Quando tinha dezasseis anos acreditava nas coisas.

Acreditava na capacidade para interpretar os sinais. E as intenções. As boas e as más intenções.

Acreditava que saber coisas era um orgulho e um estímulo.

Acreditava na lógica.

Mesmo sentindo, mais do que percebendo, acreditava que cada acontecimento provoca inexoravelmente o seguinte, o que, pela lógica, exige a existência dialéctica do anterior. Tudo explicado pelo contínuo desenrolar dos acontecimentos.

Só mais tarde, e com a inocência devidamente estragada, me dei conta que a soma de todos os acontecimentos não desvendam, nem explicam, e muito menos justificam a concepção determinista da vida.

 


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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

Ainda uma outra verdade de Natal

 

Quinto provérbio de Li Pó, desaparecido em 837:

“Nem tudo o que ignoramos é mentira.”

 


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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

Ainda um outro axioma de Natal

 

Terceiro provérbio de Li Pó:

“Nada mais perigoso que a mentira com que desmentimos uma mentira.”

 


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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

Mais um provérbio de Natal

 

 

O primeiro provérbio da verdade segundo Li Pó, desaparecido em 837:

“Quem persegue a verdade, procura com ela um benefício”.

 


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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Provérbios de Natal

 

O primeiro provérbio da mentira segundo Li Pó, desaparecido em 837:

“Quem pronuncia uma mentira procura com ela um benefício”.

 


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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

Ping e pong e mais gotinhas de água que por aí virão... ou não!

 

 

 

Ping, ping, ping, ping, ping… pang, ping… pang, ping pang, ping, ping, ping, ping… pang, ping pang, ping… pang, ping… pang, ping… plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, ping, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping, ping, plong, plunk, ping, ping, ping, ping... ping, ping, ping, ping… pang, ping… pang, ping pang, ping, ping, ping, ping… pang, ping pang, ping… pang, ping… pang, ping…

 


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Domingo, 16 de Dezembro de 2007

Abençoados sejam os idiotas!

 

Em contraste com as pessoas verdadeiramente empenhadas, os idiotas que se fazem passar por inteligentes, e que surgem por aí como cogumelos depois da chuva, são o género de indivíduos que se interessam cada vez mais em parecerem… interessados. No fundo é deles que depende o reino dos céus… e a paz na Terra. É este o verdadeiro espírito de Natal.


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Sábado, 15 de Dezembro de 2007

Em apoio do Kosovo

 

A caça moderna, disciplinada e ordeira veio para ficar. E até se faz pagar.

É, temos de reconhecer, uma actividade essencial aos estados democráticos.

Isto para não falar na autodefesa…

O mal não está no predador, já que essa é a sua idiossincrasia.

O problema reside na presa.

 


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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

Homens indistintos

 

Fala-se hoje muito em homens distintos. Em homens que chefiam governos, administram empresas, chefiam bancos, ou compram arte como a classe média adquire comida nos supermercados.

Se repararmos bem, esses senhores a quem os jornais apelidam de “distintos” são pessoas que, afinal, não se diferenciam em nada de positivo e verdadeiramente importante do comum dos mortais. São todos iguais. Foram treinados para o sucesso e redimem-se dos vícios quando, falando para as bolinhas de espuma dos microfones e vendo-se iluminados pelas luzes da ribalta televisiva, salivam de prazer como o cão de Pavlov.

 


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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

O jogo do mal

 

O mal engendra-se, de início quase sempre subtilmente.

O mal é um jogo de gente compulsiva e manipuladora, para quem a vida só faz sentido se jogarem a sorte dos outros na roleta de um casino.

 


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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

Dolência

 

Desde sempre, e para sempre, me afirmo irreversivelmente contra os cidadãos dóceis.

Nada há de mais triste do que ser apenas notado pela família, pelos superiores ou pelos subordinados.

Não percebo porque, nos tempos que correm, as organizações políticas e sociais se espantam tanto com a indiferença com que os portugueses sofrem na pele as reformas do Governo.

Afinal aí estão inertes os que, desde sempre, cultivaram a celebridade inócua, aqueles que toda a vida temeram os militares e bajularam os caudilhos.

Chegámos à triste situação de um cidadão descontente “estar errado” porque reclama.

 


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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

O caderno do desassossego

 

A espera é longa quando de noite me aflijo na incerteza do sorriso dos anjos.

Também a mim o tempo me leva cada vez mais para norte. Os ventos azuis geram a incerteza.

É tempo de alugar as silvas do campo para as mandar de presente aos que, sorrindo, nos envergonham com a sua falsa verdade.

Em volta das fogueiras surgem as aparições de cruzados. Tanta disciplina evoca a noite.

Agora tudo tende a ficar definitivamente quieto.

 


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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Ping e etecétera e tal...

 

 

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Domingo, 9 de Dezembro de 2007

A busca

 

 

Hoje as pessoas vão ao supermercado como antigamente iam à missa: em busca da redenção. É que o consumo tem a vantagem de nos depurar dos pecados, só pensamos em comprar mais barato aquilo que não nos faz falta alguma.

Antigamente era a Igreja quem nos dava a impressão de civilização.

Actualmente a civilização passa obrigatoriamente pelos supermercados. É a alma massificada pela necessidade de glória.

Graças a deus que os supermercados abarrotam de comida. A fome é uma invenção do diabo, como todos nós sabemos.

 


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Sábado, 8 de Dezembro de 2007

Repetição

 

A vida é sempre a mesma, uma tarefa irresolúvel, com o fim que todos sabemos.

O que se pode fazer para a tornar suportável é conseguir olhá-la de distinto lugares e várias posições.

Também podemos escrever sobre ela. Não é que isso a melhore, mas, pelo menos, renova o tédio.

 


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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007

A espiral

 

A nova ordem socialista é mandar punir e trabalhar, mandar punir e trabalhar.

Ao fim logo se vê.

Ó glória de mandar, ó vã cobiça…

 


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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007

Cada vez mais

 

Andam estranhas as pessoas.

Estão cada vez mais desiguais. Quase não se reconhecem. Talvez seja porque acontecem muitas coisas em períodos de tempo cada vez mais pequenos.

Tem este tempo a rara qualidade de alterar um juízo apenas ele ser feito.

Hoje cada vez escasseiam mais os sentimentos.

Actualmente são os interesses quem domina.

 


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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

Pensar no futuro é estúpido

 

Lá, lá, lá, lá…

Pensar no futuro é estúpido…

Sim, eu sei que é triste viver de ilusões…

Sei que me vou chatear.

Mas se se adiar o presente o tempo suficiente, o futuro nunca acontece…

Ou nunca devia acontecer…

Não sei se me entendem.

 


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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2007

O pagador de dívidas

 

 

Fui educado no princípio de que temos para com a Sociedade e com o Estado uma dívida que não podemos deixar de pagar. Mas cada vez sinto mais que, nestas como noutras coisas, ando a pagar a dívida à pessoa errada.

 


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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

Pling... ping...

 

Pling, pling, pling, ping, ping ping ping pling, pling, ping, ping pling ping ping pling pling, pling, pling, pling, ping, ping ping, ping ping ping pling ping ping pling pling, pling, ping, ping pling, pling, ping, ping pling, pling, pling, pling, ping, ping ping, ping ping ping pling ping pling, pling, pling, pling, ping, ping ping, ping ping ping pling ping pling, pling, pling, ping, ping ping, ping ping ping pling ping ping pling pling, pling, ping, ping pling, pling, ping, ping pling, pling…


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Domingo, 2 de Dezembro de 2007

A raiz dos gritos

 

Dói-me a raiz de te observar sem propósito.

Mas ainda me dói mais quando as lágrimas te chegam aos olhos em forma de orvalho.

Quando isso acontece fico cheio de gritos mudos que me conduzem à loucura.

 


publicado por João Madureira às 22:00
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