Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

É o esquecimento...

 

 

É o esquecimento uma construção perigosa. Nele se esboçam palavras de perplexidade. No que está escrito ninguém mexe. Só os murmúrios filtram o movimento das virtudes.

 


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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

Têm as noites...

 

 

Têm as noites do Norte um perfume especial. São uma instituição mística. É a sua nostalgia uma perspectiva de perfeita infinitude. Ouvi a ressonância da palavra intemporal e o espírito das profecias guiou-me até à minha aldeia. Persigo a certeza efectiva do gesto. A interioridade evocativa da linguagem milenar. Contrapõem-me a cidade em idiomas outonais. Ma eu cumpro a metáfora da aventura. Sou como as árvores ancestrais. Por isso inspiro formas em todas as coisas.


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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

O perfume das vaginas (A favor da “A Origem do Mundo”, de Gustave Courbet).

 

 

Alguém lê paisagens saltando as linhas da violência. Vêm em estampas de ouro as cabeças das crianças. São flores dentro de flores suspensas nas paisagens. Quem quer ler aprende a sonhar. Quem quer crescer aprende a calcular. Alguém lê milagres nas vigílias dos corpos consumidos pelo desejo. É o sexo aquilo que menos fode. O sono senta-se a meio do frio lençol do final do coito. Alguém ressuscita espaços de silêncio. Ressuscitarás inclinada de orgasmos que se multiplicam em todas as coisas e em todas as direcções. Tu és parecida a uma flor que tropeça na sua beleza congénita. Desloca-se o ar desesperado pelos rios. É o perfume das vaginas. Agora chego a Herberto Hélder. Chego sempre a Herberto Hélder. Ei-lo (Vocação Animal, cadernos de poesia, 19, publicações dom quixote, 1971, página 58): “Deslocações de dedos em volta de umas ancas ferozes, mão atentamente aberta sobre uma vagina viva como uma boca nas virilhas, a flor do ânus – e depois a luz desloca-se de toda a parte para toda a parte”.


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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Pling, plong, plang, plang, plang...

 

Pling, plong, plang, plang, plang, Broouuuum, pling, plong, plang, plang, plang, pling, plong, plang, plang, plang, pling, plong, plang, plang, plang, pling, plong, plang, plang, plang, pling, plong, plang, plang, plang, pling, plong, plang, plang, plang, pling, plong, plang, plang, plang, pling, plong, plang, plang, plang, pling, plong, plang, plang, plang, pling, plong, plang, plang, plang, Broouuuum, Santa Bárbara bendita \ Que no céu está escrita, \ Com a sua torrinha na mão, \ Peço a Nosso Senhor, \ Que não venha mais trovão. \\ Chagas abertas, coração feliz, \ Espírito Santo, Nosso Senhor Jesus Cristo, \ Se meta entre nós e o perigo. \\ Barborinha, barbarão. \ Pela barquinha passou. \ - Bárbara, tu ondes vais? \ Ó senhor eu ao céu vou…Broouuuum      


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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

Há rosas que se apagam

 

Há rosas que se apagam. Neste dia. Neste dia que dobra o coração quente das águias solitárias ou dos ecos móveis da vontade. O lado esquerdo do espelho agarra as mãos e o perfil do teu lugar que olha a dança dos peixes. Onde estão as flores do mal, as flores que devoram o mel das estrelas difíceis que voam a uma velocidade mais rápida que a da luz? O teu retrato treme em frente da noite. És uma estátua devorada pelo prazer. A tua boca sabe a sal, como as colinas suaves dos teus seios. Tu és uma cidade perdida num corpo acendido pela dança da lua. O teu amor é um quarto escuro tocado por dez dedos envoltos em seda. Sempre que penso em ti a minha boca incendeia-se de espanto. Deslocam-se as palavras pelas nossas mãos como os dias mansos. Durmo em todas as direcções possíveis. Durmo de pé. Durmo enquanto aguardo pela tua boca perfumada. Não te importes com a água fria da ciência. Sinto o sangue latejar no sexo. Tenho as mãos abertas e assim me embriago de ti. Os jardins sentem o apelo. Os animais pressentem o sangue. O amor pinta-se de vermelho. O vermelho pinta-se de vermelho. Mas não é essa a tua cor. A tua cor é pálida, como a dos anjos que clamam pela sua dimensão humana.


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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Fica o mundo gravado...

 

 

Fica o mundo gravado nos olhos dos santos. Alguém escreve as letras fundadoras do apocalipse. Uma terrível paixão toma conta de ti. E o mar pinta-se novamente de azul celeste. Os anjos distraídos chocam com os pássaros em pleno voo como se fossem aviões enormes em rota de colisão. O amor é um instante. Entretanto tu partes aos primeiros raios de sol. Há um lugar cheio de luz onde as glicínias ficam pensativas. Eu amo-te. O vento dá passos. Depois tu partes. Então eu escrevo o teu amor pelos jardins de água. Voltam as crianças do lugar das paisagens ardentes. E tu reapareces a rir como uma árvore invadida de folhas inexperientes de primavera. Sente-se no fim do dia a lentidão humana dos artífices. A minha paciência respira. Desejo regenerar. Desejo amar-te. Vem o sono despertar a ausência de azul. Tu dormes em cima de raízes. A tua blusa freme. És como uma nuvem clara e alta. Experimento ferver em desejo.


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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

O movimento inútil

 

 

É-me difícil imaginar o olhar violento dos bêbados. Julgava que era de uma geração ofensiva, afinal enganei-me. Pensei muito em noites quando o vento e a chuva assolavam as minhas superstições, mas só conseguia afastar-me da realidade. Sei agora que nem o tempo nem a idade conseguem explicar o desespero. Nem sequer os filósofos ou os escritores são apropriados para aclarar a invocação da vida. Mesmo assim há quem ouse morrer reverenciando o amor possessivo. Sou agora um texto danificado de um escritor sem alma. Não é a saudade o que me queima o sonho, é o esquecimento. Há muitas noites em que não durmo. Nelas procuro ignorar a ansiedade do desgosto e por isso vou preenchendo os ângulos de pureza da poesia. É essa uma nova descoberta interior. Estou de novo obcecado. A vida é uma reconstituição inútil.


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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Pling...

 

 

Pling, plong, plang, pling, plang, plong, plung


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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

A memória ocidental

 

 

 

Há na nossa memória ocidental uma álgebra longínqua. É o resultado de reminiscências evocativas. Os imprevisíveis acontecimentos manipuladores impuseram-se aos sonhos de ocasião. São os espelhos das cidades os que agora invocam as fantasias milenares. As manipulações poéticas fornecem o silêncio enfático dos emissários. Lá ao longe a vulgaridade reinicia a celebração da genealogia. Expurgada da percepção dos gestos, a celebração do desespero regressa à civilização. A hierarquia celebra o silêncio.

 


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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Infinitamente o infinito…

 

Há mulheres geniais esquecidas com rostos como imagens fiadas por artesãos esplendorosos. As outras ao pé delas parecem reproduções nebulosas reflectidas em espelhos vazados. Essas mulheres tocam os objectos com dedos de fogo. São elas que inventam a memória e o amor e a leveza das carícias e as luzes dos ciclos naturais e os lugares claros e os fluxos de seiva e o ar que ilumina a boca sedenta dos amantes e a massa lírica da espuma dos dias e as ondas de prazer que incendeiam o sexo dos homens e a inocência do mundo e as noites esplendorosas repletas de vibrações brancas e as pétalas das flores mais vistosas e o pão saboroso dos domingos e os símbolos astronómicos da criação e a água fresca no Verão e a doce demência da paixão e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… e o infinito… infinitamente o infinito… infinitamente…


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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

Djá i dju nibá u

 

 

Nem sequer podia ocultar-me em ti. Mas sempre admirei as tuas mãos em malmequer, bem-me-quer, malmequer, bem-me-quer malmequer, bem-me-quer, malmequer, bem-me-quer, malmequer, bem-me-quer, malmequer, bem-me-quer, malmequer, bem-me-quer… e depois apetecia-me cantar como os Índios Comanches: Djá i dju nibá u / i dju nibá i dju nibá u / djá i dju nibá i ná ê nê ná / i djá i naí ni ná / idju nibá u / i dju nibá u / i dju nibá i dju nibá u / djá i dju nibá i djá ê nê ná…


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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

Pling... Brooumm... Santa Bárbara bendita...

 

 

 

 

Pling, plong, plang, pleng, plung, ping, ping, ping, pling, plong, plang, pleng, plung, ping, ping, ping, pling, plong, plang, pleng, plung, ping, ping, pling, plong, plang, pleng, plung, ping, ping, ping, pling, plong, plang, pleng, plung, ping, ping, ping, pling, plong, plang, pleng,  plung, ping, ping, ping, Broouuuum, pling, plong, plang, pleng, plung, ping, ping, ping, pling, plong, plang, pleng, plung, ping, ping, ping, , ping, pling, plang, plong, ping, peng, pling, plang, plong, ping, ping, ping, pling, plong, pling, plang, plong, ping, peng, pling, plang, plong, ping, ping, ping, pling, plong, Broouuuum, Santa Bárbara bendita \ Que no céu está escrita, \ Com a sua torrinha na mão… Broouuuum      

 


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Sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Tristeza pós-coito

 

 

Um – “Assim combateram os heróis, tranquilo o admirável coração, violenta a espada, resignados a matar e a morrer”. (Jorge Luis Borges, O jardim dos caminhos que se bifurcam).

 

Dois – “… penso que não é nada desportivo matar crianças. É isso que mais me incomoda no extermínio dos judeus.” (Hermann Goering, 28 de Maio de 1946).

 

Três – “Um oficial alemão de visita à oficina durante os anos negros pergunta a Picasso, diante da grande tela (Guernica): Foi você que fez isto? - Não, responde o pintor, foi você”. (André Glucksmann, O Bem e o Mal).

 

Quatro – “Um dos meus objectivos é destruir o mito de que a era mais cruel da repressão começou em 1936-37. Penso que no futuro as estatísticas mostrarão que a vaga de detenções e exílios já tinha começado no início de 1918, mesmo antes da declaração oficial, nesse Outono do ‘Terror Vermelho’. A parir desse momento, a vaga repressiva simplesmente cresceu e tornou-se cada vez maior, até à morte de Estaline…” (Anne Apllebaum – GULAG, Uma História; Dmitri Likhachev, Vospominaniya)

 

Cinco – “O meu General gostava de foder… e, depois de foder, o meu General gostava de sair para o pátio para fumar um cigarro e pensar na tristeza pós-coito, na reles tristeza da carne e em todos os livros que não tinha lido”. (Roberto Bolaño, Os Detectives Selvagens).

 

Seis – “Flambeau prosseguiria então, contando a história vista pelo lado de dentro, e mesmo vista pelo lado de dentro era estranha. Vista pelo lado de fora era perfeitamente incompreensível, e é vista do exterior que se tem que estudá-la”. (G. H. Chesterton, A Inocência do Padre Brown).

 


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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

O choro das coisas...

 

 

 

O choro das coisas entranha-se pelas frestas dos telhados. Os olhos dos candeeiros observam a luz da alegria antiga. Há furor nas palavras  sagradas. O teu corpo estremece sob o rosto belíssimo dos navios.

 


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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Acumulam-se os livros...

 

 

Acumulam-se os livros nas prateleiras. Os livros do meu olhar para ali estão como cartas demoradas com palavras de silêncio. Lá fora as folhas das árvores desenham a sua imagem para a próxima Primavera.


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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Kusturika no avião

 

 

Sonhei com uma floresta de ciganas. Mas não acreditei: era uma loucura. Por vezes fico louco. Mas ainda havia mais. Aquela floresta de ciganas desfilava à minha frente com lindas minissaias. “Lindas” é uma forma de expressão, curtas é o que elas eram. Eram curtas as minissaias. Muito curtas mesmo. E era aí que estava o sinal de loucura: nas minissaias. Onde é que já se viu ciganas de minissaia. Elas usam é saias muito compridas. Tão compridas que por vezes parecem troncos de árvore. Muitas ciganas juntas podem parecer um bosque, ou uma floresta. Aí não há loucura, talvez um pouco de imaginação especulativa, muito frequente nos sonhos. Agora ciganas de minissaia, onde é que já se viu tal? A loucura tem destras coisas, confunde as pessoas. Especialmente aquelas a quem ataca. A dado momento as ciganas começaram a voar. E era lindo de se ver. As ciganas dentro do sonho, claro está. Lindas ciganas de minissaia voando em cima de vassouras é um espectáculo curioso de ser sonhado. Dizem que não se sonha a cores. Eu duvido, pois eram nítidas as imagens de bandos de ciganas fugindo da floresta caras aos raios laser do Dolce Vita. De repente o sonho transformou-se em pesadelo, as ciganas montadas nas vassouras, cegas pelo clarão das luzes, embatiam brutalmente nos vidros magnificamente transparentes, fruto do árduo trabalho dos empregados de limpeza. Quando acordei estava num avião, mesmo junto à asa, enquanto ao meu lado  Kusturica, rodeado por um grupo de ciganas, tocava lindas canções de embalar.


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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Sigo a inspiração dos rios...

 

 

Sigo a inspiração dos rios que se demoram nas pontes abstractas dos comboios. Por lá passaram poetas com um destino de aventura. Guardavam, então, dogmas visionários e metáforas animais. Penso agora na variação do teu rosto que evidencia um olhar crepuscular. É o destino, este triunfo louco das cidades. Em tempos elogiei a arte durável. Hoje sei que não existe. Alguém constrói constatações como ecos irrepetíveis do acaso. Imagino noites indecisas e sonoridades infindáveis. Este é outro dos poemas que aguarda mergulhar em cálices de absinto.


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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

Ping, pling, plang, plong...

 

 

 

Ping, pling, plang, plong, ping, peng, pling, plang, plong, ping, ping, ping, pling, plong, pling, plang, plong, ping, peng, pling, plang, plong, ping, ping, ping, pling, plong…

 


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