Sábado, 31 de Outubro de 2009

Portefólio – Litoral

 

Olha, além, os nossos três velhinhos submarinos portugueses: o da esquerda só desce, o da direita apenas sobe; o do meio nem desce nem sobe…


publicado por João Madureira às 19:38
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Recta e curva outra vez...


publicado por João Madureira às 17:00
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Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Recta...


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Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Recta...


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Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Recta...


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Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Curva...


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Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Curva...


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Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Curva...


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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

A Longa Viagem

 

 

“Agora, vendo as quintas inglesas acordarem para a vida com os primeiros alvores da manhã, recordou a madrugada na sua aldeia – um céu cinzento e chuvoso e um vento cortante, um campo pantanoso gelado, com lamaçais e tufos de erva rija e salpicada de gelo; ele próprio vestindo um velho casaco de pano, com os pés já entorpecidos dentro dos sapatos de feltro e dos tamancos. O pai a seu lado, usando os trajes puídos de um pobre pope de aldeia e afirmando que Deus era bom. O pai amava o povo russo porque Deus o amava, mas sempre fora óbvio para Feliks que Ele odiava o povo, pela maneira cruel como o tratava.

Essa discussão fora o início de uma longa viagem, uma viagem que conduzira Feliks desde o cristianismo, passando pelo socialismo e indo ter ao terror anarquista, desde a província de Tambov, passando por Sampetersburgo e pela Sibéria, até Genebra, onde tomara a decisão que o levara a Inglaterra. Recordou-se da reunião a que por pouco não chegara atrasado…”

 

 

O Homem de Sampetersburgo Ken Follett Bertrand

 


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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Portefólio – Noite

 

A Misericórdia de portão fechado...


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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

O poema infinito

 

Existe qualquer coisa esquecida no teu rosto que se inclina sobre a penumbra da força da tristeza. Dizes: esqueço facilmente os nomes silenciosos da virtude. A manhã rompe em brasa sobre o rumor da terra violenta. A tarde, quando chega, vem literalmente cercada de lágrimas ardentes de confusão. O meu rosto perde-se na noite parada. Lá estão inteiras nos teus olhos as arcadas de fogo e as pontes e o frio e o tumulto do desejo e a inspiração misteriosa e os espinhos e o calor e o degelo e o sexo repleto de inspirações misteriosas. E as mãos. Lá estão as mãos expostas com o coração a cobrir-se de sentido. E a forma das mãos e do sexo e do fogo. Lá estão as distâncias infinitas das palavras adormecidas. E os braços e os gritos dos algozes. Lá estás tu agitada pelo sentido inacessível dos corpos. Choras num balanço violento de espasmos enquanto as crianças gritam por dentro das nuvens purificadas da infância que irão perder. As folhas mortas descobrem a memória errante da glória. A tua boca orvalha-se vítima do desejo invasor do sangue. As tuas mãos são a minha casa. O teu sexo humedece abrindo as suas escadas de intimidade. Estou universalmente só à tua procura. As manhãs líricas cantam as palavras transfiguradas. O sangue atravessa a noite na angústia do amor. São estes os primeiros sinais dos beijos loucos e desinquietos que dormirão na tua boca. Nascem formas sobre as flores murchas de Outono. O beijo traidor do tempo aumenta a aliança com a morte. As catedrais das montanhas acariciam-te a face da solidão. O sangue atravessa o sopro alucinado do perdão. Batem as palavras à porta da madrugada. A manhã começa a dispersar a luz do teu sorriso. Perdoa-me o poema… perdoa-me… existe qualquer coisa que se inclina no teu rosto…


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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Portefólio – Feira dos Santos – Chaves – PB

 

Vou-me embora pois não vos entendo...


publicado por João Madureira às 17:00
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Portefólio – Feira dos Santos – Chaves – PB

 

Passeando pelo meio da feira...


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Portefólio – Feira dos Santos – Chaves – PB

 

Passeando entre burros e cavalos...


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Domingo, 25 de Outubro de 2009

Portefólio – São Caetano/Ervededo

 

A omnipresente Nossa Senhora de Fátima espera pacientemente as suas oferendas...


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Portefólio – São Caetano/Ervededo

 

Está tudo iluminado...


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Portefólio – São Caetano/Ervededo

 

O doce Santo António, com o menino ao colo, espera pelas oferendas...


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Portefólio – São Caetano/Ervededo

 

Vamos entrar na igreja...


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Sábado, 24 de Outubro de 2009

Portefólio – Litoral

 

Deixa lá, a água do mar está fria mas eu gosto de ti à mesma...


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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Novamente árvores à direita...


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Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Curva à esquerda...


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Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Árvores à direita...


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Portefólio – Chaves/Bragança, de carro

 

Recta...


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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Par e ímpar

 

“Doutrinada num exercício de séculos, a república de homens imortais atingira a perfeição da tolerância e quase do desdém. Sabia que num prazo infinito todas as coisas ocorrem em todos os homens. Por suas passadas ou futuras virtudes, todo o homem é credor de toda a bondade, mas também de toda a traição, pelas suas infâmias do passado ou do futuro. Assim como nos jogos de azar os números pares e os números ímpares tendem ao equilíbrio, assim também se anulam e se corrigem o talento e a estupidez, e é possível que o rústico poema de Cid seja o contrapeso exigido por um só epíteto das Éclogas ou por uma sentença de Heraclito. O pensamento mais fugaz obedece a um desenho invisível e pode coroar, ou inaugurar, uma forma secreta. Sei dos que praticavam o mal para que nos séculos futuros resultasse o bem, ou tivesse resultado nos já passados… Encarados assim, todos os nossos actos são justos, mas também são indiferentes. Não há méritos morais ou intelectuais. Homero escreveu a Odisseia; dado um prazo infinito, com infinitas circunstâncias ou mudanças, o impossível seria não escrever, sequer uma vez, a Odisseia. Ninguém é ninguém, um só homem imortal é todos os homens. Como Cornélio Agripa, sou deus, sou herói, sou filósofo, sou demónio e sou mundo, o que é uma fatigante maneira de dizer que não sou.

(…) Não há prazer mais complexo que o pensamento e a ele nos entregávamos.

(…) A morte (ou a sua alusão) torna os homens preciosos e patéticos. Estes comovem pela sua condição de fantasmas; cada acto que executam pode ser o último; não há rosto que não esteja por apagar-se como o rosto de um sonho. Tudo, entre os mortais, tem o calor do irrecuperável e do fortuito. 

 

O ALEPH – O Imortal - (Obras Completas I)Jorge Luis  Borges Teorema

 


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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Portefólio – Noite

 

Agora o fado é outro... fado... outro... fado... agora... o... agora o fado é outro... fado... outro... fado... agora... o... agora o fado é outro... fado... outro... fado... agora... o... agora o fado é outro... fado... outro... fado... agora... o... agora o fado é outro... fado... outagora o fado é outro... fado... outro... fado... agora... o... ro... fado... agora... o... agora o fado é outro... fado... outro... fado... agora... o... agora o fado é outro... fado... outro... fado... agora... o... agora o fado é outro... fado... outro... fado... agora... o... agora o fado é outro... fado... outro... fado... agora... o...


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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Eis a exaltação

 

Eis a exaltação dos inocentes. Respiro metendo a boca na tua luz. Alguém agarra uma imagem carmesim como quem destila oferendas. É a raiz do teu sonho quem devora a memória das palavras, o chão silencioso do medo. Está uma noite de sexos frios. O teu coração estremece dançando em noites de insígnias. Ninguém faz a guerra maior. A discórdia entoa canções calcinadas. Exclamo uma longa frase cheia de água e desespero. Tu dizes: deixem-me desfraldar as muralhas, enquanto a porta esmeralda se funde vagarosamente com o sangue louco dos mitos. Ninguém se aproxima de ninguém e o homem ressuscita para vergonha da matéria. Toquei em cabeças cegas devorando paisagens. Só tu delapidas o fogo cortando relâmpagos. A tua lua tem um sobressalto de palavras. Cada aliança sopra poder. As máquinas despejam flores mortas. Pena a pena se constrói a pomba que canta a guerra. Tu escreves paz com sangue. Já não há no mundo metáforas, só mentiras verdadeiras. Todas elas.


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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Portefólio – Feira dos Santos – Chaves – PB

 

A caminho de casa


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Portefólio – Feira dos Santos – Chaves – PB

 

Dançando à chuva


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Portefólio – Feira dos Santos – Chaves – PB

 

A aparente serenidade dos burros...


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Domingo, 18 de Outubro de 2009

Portefólio – São Caetano/Ervededo

 

Um, dois, três e aí vamos nós outra vez...


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