Terça-feira, 31 de Agosto de 2010

Portefólio (eterno) – Feira dos Santos – Chaves – PB


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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

Ensaio provinciano ou um conto angustiado

 

Apetecia-me escrever sobre os jornais de província. E olhem que eu sou um homem de apetites. Mas não posso. Ou não consigo. Não é por causa dos jornais. Eles mesmos. Pobres coitados. É, antes, por causa da província, ela própria, a cinzentona.

 

A província é, por definição, provinciana, nem outra coisa se lhe pede. Ou exige. A província vive disso, de ser provinciana. Está claro que há províncias que são mais provincianas que outras. Mas, valha a verdade, todas as províncias são provincianas. Até as províncias que pensam que o não são, como, por exemplo, a província que acolhe no seu seio a Capital. Que, por definição, é também a capital da sua província, mas que é muito mais do que isso, é a capital de Portugal. Ora, e mais uma vez por definição, sendo a capital do país, não pode ser provinciana. Só se se der o caso de o país ser uma província. O que, de todo, não é verdade. Ou melhor, não é a verdade toda. Basta sair de Lisboa até aos arredores para nos apercebermos que ali mesmo, a uns escassos quilómetros do Marquês, a província emerge, circunda e conspurca a Capital. A Capital apenas não é província num pequeno perímetro que vai do rio até ao castelo, depois sucedem-se os bairros, as ruas, as lojas, os restaurantes, os cafés, as tabernas, os postos da polícia, os urinóis e pouco mais.

 

Temos de reconhecer que não existe uma fronteira entre a província e a capital. Mas que existem portagens, lá isso existem. Para a ida e para a volta. E caríssimas, por sinal. Uma pessoa não vai à capital em vão. Na capital, o provinciano paga caro a sua estadia. Paga cada minuto de parqueamento a peso de ouro. Isto, a dar-se o caso de encontrar estacionamento. Claro que também na província já se paga o estacionamento. Mas a província deseja desde há muito tempo a esta parte deixar de ser provinciana. E por algum lado temos de começar. E não existe desenvolvimento sustentável sem dinheiro. E o Estado, que somos todos nós, tem de arranjar dinheiro de alguma forma, e essa forma é o povo (que é o Estado) pagar ao Estado (que é o povo) o que lhe é devido, senão não havia Estado, nem povo, nem país, nem capital, nem província, etc.

 

Ora, como devem ter reparado, este ensaio, ou conto, está a ficar cada vez mais confuso. Mas a culpa não é minha, ou inteiramente minha, pois, eu sei, que alguma culpa terei de ter, mas não é a culpa toda, isso também sei eu. A culpa inteira é do Estado (que somos todos e qualquer um, só que sabiamente administrados por uns senhores [e senhoras, pois o Estado da Nação já deixou, de algum tempo a esta parte, de ser provinciano] eleitos por nós, que somos povo e Estado ao mesmo tempo). O Estado é que é muito confuso. Mas é da confusão que nasce a ilusão. Está claro que o Estado já deixou de ser o povo para passar a ser ele mesmo. É um pouco como o computador no filme 2001 Odisseia no Espaço, onde a máquina se torna muito, mas mesmo muito inteligente, e passa a desobedecer às ordens dos homens que a criaram, matando os mais desconfiados e aprisionando os administradores, que pensa dominar, mas sem os quais não pode sobreviver.

 

A ser assim, como vos conto, coitada da província. A província sente-se mal, pois também é Estado, também é povo, também é Portugal. Mas um Portugal lento e provinciano, e com isto quero dizer, com muito menos gente por metro quadrado, com transportes públicos muito mais caros, sem ministérios, sem teatro de vanguarda, sem as sedes principais dos partidos políticos, de todos os partidos políticos, pois alguns (talvez os melhores, ou menos provincianos, ou mesmo nada provincianos, por isso melhores) só existem em Lisboa, sem os políticos mais influentes, sem a Assembleia da República, sem o Palácio Nacional de Belém e o seu insosso inquilino, sem a fábrica dos pastéis de Belém, sem o Palácio de São Bento e o seu perseguido e mal amado ocupante, sem o estádio do Benfica, sem o Chiado, sem Alfama, sem o Bairro Alto, porra, sem o Bairro Alto, porra, sem Alfama, porra, sem as marchas populares, sem o fado, porra, sem o fado, porra, sem o fado e sem Eusébio (não a lontra macho do Oceanário), e sem a Amália (não a do panteão nacional, que foi fadista de renome, mas sim a linda lontra fêmea do Oceanário), porra, porra, porra, e sem o ginásio clube português e sem um patriarca como o de Lisboa e sem o Santo António e sem o Parque Eduardo VII e toda a sua simbologia literária e libertária e libertadora e sem rap e sem kizomba e sem funaná e sem ministério público e sem a ponte vinte e cinco de Abril e sem o vinte e cinco de Abril propriamente dito e sem a ponte Vasco da Gama e sem o Tejo e sem os cacilheiros e, meu Deus, sem o Carlos do Carmo e os putos do seu fado, o Paulo de Carvalho e os seus meninos à volta da fogueira, o Paulo Gonzo e os seus jardins proibidos e sem o Gambrinus e o seu Eisbein com Choucroute (Chispe à Alemã), e sem a Lontra (não a do Oceanário, mas a discoteca) e sem o túnel do Marquês e sem o Parque Mayer e sem a Feira Popular e sem o aeroporto da Portela e sem o Metro de Lisboa (que é subterrâneo, pois um Metro que não é subterrâneo só pode ser provinciano) e sem os pregões de Lisboa e o Cais da Ribeira e o cacau da dita e tudo e tudo e tudo. A nós, os provincianos, falta-nos tudo. Tudo. Até nos falta a vontade de deixar de o ser.

 

 

PS (Só para homens. E podem acusar-nos à vontade de machistas. Algum proveito temos de tirar da nossa pobre condição de provincianos… e homens, pois os homens são muito mais provincianos que as mulheres, basta olharmos para os nossos deputados.) – Para que não nos considerem ainda mais provincianos do que aquilo que somos, por favor, caros leitores deste blogue, não saiam à rua de calça vincada, camisinha com o emblema da Lacoste (e não vale a desculpa de que foi comprada nos ciganos), meias brancas e mocassins. Topa-se à distância que são provincianos. Tal indumentária é ainda mais traidora do que o cheiro a naftalina. E se há coisa que denuncie a condição de provinciano é o cheiro a naftalina.


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Domingo, 29 de Agosto de 2010

Portefólio – Corpo de Cristo – 26 de Maio de 2005


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Sábado, 28 de Agosto de 2010

Portefólio – Desfile Etnográfico – Chaves, Julho de 2004


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Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010

O Homem Sem Memória

 

27 – Mas se o dia foi patético para a família Ferreira, a noite revestiu-se de dramatismo.

O guarda Ferreira chegou a casa já tarde, cansado, esfomeado e, pior do que isso, sedento de vinho. Toda a tarde a passou a água, ele que era criatura para beber dois litros ou mais de tintol, e apenas fumou dois cigarros, ele que era homem para fumar quarenta por dia. Por isso a falta de nicotina e de álcool no seu corpo exigia vingança. E neste caso a vingança foi cega.

Estava ele a lavar os pés em silêncio, no que era seguido pelo mutismo dos filhos, da mulher e até dos porcos na corte, quando pediu ao José que lhe chegasse a toalha.

Imediatamente a mãe lhe insinuou uma ordenação: “Deixa-te estar quieto, meu filho. Ele que a vá buscar.” E o pai outra vez: “Chega-me a toalha, filho”. E a mãe: “Estuda meu filho. Ele que a vá buscar. O bêbado”. Novamente o pai: “Por favor, José, chega-me a toalha para limpar os pés. Hoje fartei-me de andar. Tenho os pés em carne viva”. E a mãe: “Deves ter é andado de adega em adega durante a patrulha. Não lhe chegues a tolha, filho. Ele que se levante e que a vá buscar, o bebedolas. Gasta o dinheiro nos cigarros e destrói o fígado à custa de tanto beber. Bebe este mundo e o outro. Enche o odre de vinhaça e depois fuma cigarro atrás de cigarro. Fuma e bebe. Bebe e fuma. E tinha de me casar com um homem destes. Era melhor que tivesse partido uma perna no dia em que aceitei namorar com ele. Ainda hoje não sei como me deixei engravidar por um madraço destes. E o pai: “Chega-me a tolha, José. É a última vez que te peço”. A mãe determinada: “Não lha chegues, meu filho. Ele que a vá buscar”.

Cego de raiva, o guarda Ferreira pegou no cubo de sabão macaco com que ensaboou os pés e arremessou-o na direcção do filho, que, de pé, não conseguia decidir-se entre as ordens contraditórias do pai e da mãe. Se obedecesse ao pai, a mãe passaria a torturá-lo durante uns dias. Se desobedecesse à mãe, o calvário porque passaria era capaz de igualar o de Cristo durante o julgamento perante o seu povo e Pôncio Pilatos.

“Bom povo de Jerusalém, deste lado tendes Cristo, que se intitula Rei dos Judeus, mas que não cometeu nenhum crime. No entanto, os vossos líderes querem-no ver crucificado. E deste outro está Barrabás, um assassino e ladrão. Valendo-me da tradição, apelo ao povo para que escolha qual dos dois acusados deve ser solto”. E o povo gritou bem alto: “Barrabás”. “E qual deve ser crucificado?” Então o povo vociferou a plenos pulmões: “Jesus”. Pilatos, que era romano, mas não era bárbaro, nem judeu, tornou a ponderar: “Bom povo de Jerusalém, Jesus não cometeu nenhum crime a não ser o de se intitular Rei dos Judeus, por isso, e para vos satisfazer, mandei flagelá-lo e depois exibi-o perante vós ensanguentado, acreditando que vos comoveria. No entanto continuais a exigir aos berros a sua crucifixação. Não estareis a exagerar um pouco? Jesus Nazareno não cometeu nenhum crime. Barrabás sim. Barrabás matou e roubou. Por isso torno a perguntar-vos: Quem quereis que liberte? Jesus ou Barrabás?” Ao que o povo, na sua imensa sabedoria, como muito bem explicam os textos sagrados, respondeu num coro imenso como quando agora os veneradores da bola gritam golo nos campos de futebol: “Barrabás”. Munido de paciência divina, novamente Pilatos apelou ao senso comum, por definição popular. Apesar de governador imperial, a quem tanto fazia mandar matar um como outro, mas a quem o mínimo sentido de justiça exigia uma conduta ética e honrada, voltou a apelar ao bom povo judeu, deixando cair propositadamente o adjectivo: “Povo de Jerusalém, deste lado está Jesus Nazareno que nada de mal fez a não ser apelidar-se Rei dos Judeus, que sendo objectivamente uma mentira, não advém daí mal ao mundo, nem prejudica concretamente ninguém. E para demonstrar que aplico a justiça já o mandei flagelar. Por isso aqui está ele perante vós a sangrar como um cavalo de quadriga depois de fustigado pelo látego de um possante gladiador romano. Deste outro lado encontra-se Barrabás, que é um ladrão e assassino confesso, com muitas mortes às costas. Por isso vos faço novamente a pergunta: Quem devo libertar? Barrabás ou Jesus? Jesus ou Barrabás?” Ao que o bom povo respondeu com gritos histéricos: “Barrabás. Barrabás. Barrabás”. Depois de tamanha teimosia, e porque já estava cansado de tanta sabedoria popular e de tanto sentido de justiça por parte do povo, nervoso e a suar, dali se foi a lavar as suas mãos delicadas e brancas. Não os pés calosos e encarquilhados, como o guarda Ferreira, mas as mãos finas e alvas, que eram a sua principal ferramenta de trabalho.

Barrabás foi libertado. Jesus foi crucificado. José, atingido com violência no estômago, caiu ao chão como um saco de batatas e desmaiou. A Dona Rosa engoliu em seco, o Joãozinho arranhou a mãe o mais que pôde, os restantes irmãos começaram a chorar e o Leão aproveitou o momento para descer as escadas e ir mijar ao terreiro. Por ser meio vidente, ou apenas um amigo curioso e atento, surgiu, vindo da escuridão, o Virtudes, que pegou no José e o levou de imediato ao endireita. A Dona Rosa agarrou nos filhos e foi com eles chorar para o quarto. Só o João, que estava deitado no escano, é que se deixou ficar quieto a observar o pai a levantar-se e ir buscar a toalha com a qual limpou os pés. Depois pegou num prato, levantou o testo do pote que estava ao lume, tirou meia dúzia de batatas, couves e um chouriço que espetou com o garfo para ver correr o molho gorduroso e fumegante que se espalhou pelo prato dando-lhe uma textura de caldo de carne apetecível. Finalmente começou a comer com apetite. 


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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010

Portefólio – 8 de Julho - Dia da Cidade de Chaves (2010)


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