Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

Portefólio – 8 de Julho - Dia da Cidade de Chaves (2010)


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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

A instrução dos corpos de orvalho

 

Entro na casa como se estivesse para nascer de novo. São cinquenta e dois anos de passos incertos. Sinto que as escadas se dissipam num imenso patamar e que os meus olhos devoram a chuva intensa da madrugada. As aranhas espalham o pânico do tempo, flores de pão emergem da masseira, os buracos da solidão disseminam memórias diluídas pelos predadores das sombras. Sei agora que é possível nascer exausto. Nasce-me o sexo translúcido num gesto delicado de romance. Sou uma nova realidade. Lá fora os galos cantam soporíferos amanheceres. Este é o meu tempo, um tempo inquieto pela importância da destruição. Imobilizo-me à porta observando os corpos de orvalho dos meus antepassados. Esses corpos para sempre frios e esgotados. Esses corpos inquietos pelo esquecimento infinito e imobilizados pelo abandono do chão sagrado. Eles sabem que ainda sou capaz de aperfeiçoar as gotas de orvalho que dão de beber ao desespero. Eles sabem que lhes comeram as nuvens da vida quando se amavam no escuro desejo da noite num perpétuo constrangimento de dor. Eles sabem a dor violenta de voar. Eles sabem das cicatrizes finíssimas da pobreza que lhes atravessou todos os dias da vida. Eles sabem das insónias e das violentas possessões geométricas dos sexos de pedra. Eles sabem dos dias molhados pelo álcool do esquecimento e pelos desvios nocturnos do vento frio e pelos olhos rotos de miséria e fome e desespero. Eles sabem, eu sei, das tardes queimadas pelo trabalho de camponeses escravos, eles sabem da vergonha das crianças pálidas que morriam como coelhos cegos, eles sabem do insuportável fedor da violência, eles sabem do terror cego dos relâmpagos e do cheiro a dúvida e a incerteza. Eles sabem do olhar ríspido de Deus quando lhe pediam pão, ou água, ou sol, ou depuração, ou amor, ou tolerância ou esclarecimento. O olhar de Deus foi o primeiro sinal de indiferença. Por isso eles sabem que viver tinha de ser uma luta inglória contra o sofrimento. E, apesar disso, comportaram-se como se nada soubessem. Por isso saber pode muito bem ser optar por nada saber. Agora os meus olhos desafiam a suavidade longitudinal das fotografias que descansam a um canto do quarto onde o sol tenta penetrar. O meu olhar toca-lhes no corpo de orvalho e com eles vou subir montanhas esquecidas e falar-lhes das mãos demoradas das crianças e da suavidade rectilínea dos lábios dos homens que lançam beijos no regaço das mulheres. Vou falar-lhes devagar na morte que consome todos os corpos. Vou pedir-lhes que pousem mais umas horas nas encostas crepusculares da alba estendendo-se num estremecimento inventado.  São agora os seus corpos de orvalho papéis escritos dentro do meu olhar. De novo sou a viagem de um barco à deriva. De novo adormeço no fundo da memória onde repousam esses corpos de gotas pequeníssimas. Agora sou novamente uma aldeia prolongada no esquecimento dos anciãos. Por isso entro em casa dos meus falecidos pais como se estivesse para nascer de novo.


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Terça-feira, 28 de Setembro de 2010

Portefólio (eterno) – Feira dos Santos – Chaves – PB


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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

Milagres lusitanos

 

Alguém muito importante anda a organizar o Dicionário Taumatológico Nacional, que, para quem não saiba, tem a ver com o estudo dos milagres.

 

Em Portugal tudo tem a ver com taumatologia. A Nação Portuguesa pode não ter nada a ver com o desenvolvimento, com a cultura, com a ciência, com a energia, com a indústria, com a agricultura e com o talento, mas tem tudo a ver com a taumatologia.

 

O milagre das rosas foi dos mais encantadores momentos da nossa nacionalidade. E transformar pão em rosas não está ao alcance de qualquer um. Mesmo transformar rosas em pão, não é tarefa nada fácil. Mas, convenhamos, a primeira premissa é muito mais poética. E Portugal é um país de poetas. E de futebolistas. E a poesia tem muito a ver com os milagres. E o futebol também. Para isso basta ver os futebolistas e os treinadores a beijarem os seus santos e a glorificarem Deus (especialmente os brasileiros, que devem, nesses momentos de fé e oração, agradecer devotamente o facto de serem fruto de um outro milagre, o de serem filhos, netos e bisnetos, de portugueses, o que é novo e enorme milagre).

 

Em Portugal existe um outro milagre, o da linguagem. Por isso os prodígios acontecem a cada dia que passa. O assombro da saúde gratuita, a maravilha da educação espontânea e o portento da segurança social universal são conquistas de um outro milagre, a Democracia, que, também ela, é sucedânea de um distinto milagre, o Estado Novo, que substituiu um outro portento, a República, que se opôs com tenacidade a idêntico prodígio, a Monarquia, que, por mor da taumatologia nacional, se viu defendida por uma rainha tão corajosa e crente que, já de pé, fustigou o criminoso que abateu o seu marido e o seu filho com a única arma de que dispunha: um ramo de flores, gritando “Infames! Infames!”.

 

Depois ver Nossa Senhora aparecer a três pastorinhos em Fátima é, digamos, um final feliz, isto enquanto ao facto em si mesmo, pois se nos cingirmos à mensagem, o milagre está em não ter acontecido o que a Senhora vestida de branco vaticinou, ou sugeriu.

 

Podemos dizer que a vida é um milagre. Podemos até dizer que os próprios milagres são um milagre. Um milagre é um empreendimento de fé. Fé em que o milagre se realize.

 

Há por aí muita boa gente que acredita piamente no milagre de acertar no totoloto ou no euromilhões, por isso se cotiza toda as semanas. E o milagre de adivinhar os números por vezes acontece. Um em vários milhões, é verdade, mas é nesse pormenor onde se consubstancia o milagre. Pois se o prémio fosse distribuído por metade dos apostadores nenhum ganhava nada que se visse. Esse é o entretenimento que o Estado pratica com todos nós. Por isso, o milagre existe na circunstância de o prémio sair ao menor número possível de apostadores, ou a nenhum, facto que transfere, para desespero dos mais impacientes, o milagre para a semana seguinte.

 

Os matemáticos fizeram as contas e afirmam que cada apostador do euromilhões ou do tolotolo tem tantas probabilidades de acertar na chave milionária como de lhe cair um meteorito na cabeça. Nunca li uma notícia relatando o caso de um ser humano ter levado com um pedregulho intergaláctico na cachimónia, mas quase todas as semanas leio a notícia de alguém ficar milionário com as apostas da Santa Casa. E isso é um milagre. E grande. Que o digam os afortunados com os prémios milionários.

 

Também é um de milagre o amigo leitor estar a ler o que está a ler sem se incomodar. Ao preço que a batata está, já é um milagre alguém disponibilizar algum do seu tempo (pois tempo é dinheiro) a ler o que um escritor de província rabisca num órgão de informação local. Então se pensarmos no quilo do bife, apenas nos resta deduzir que os vegetarianos vão atingir os seus objectivos de transformar o ser humano num ruminante. E isso também é um milagre. Não tão grande como o de ganhar o euromilhões, mas, mesmo assim, um milagre em tudo semelhante ao de transformar o pão em rosas. Já o de transformar Portugal num país a sério, nem Deus está em condições de garantir tal milagre.

 

 

PS – Se o amigo leitor (ou leitora) possui um cão, e gosta dele, claro, aconselhamos que comece desde já a preparar o Outono e o Inverno. Por isso aqui deixamos a sugestão: adquira, quanto antes, roupa para o seu animal de estimação. E pode fazê-lo através da internet. É fácil encontrar boutiques especializadas na venda de roupa para cães, desde capinhas, chapéus, camisolas de lã, cuecas, pijamas, roupões e até botas para a chuva.

 

Vá, não se esqueça. Depois não diga que não o avisamos a tempo. Para alguma coisa têm de servir estas crónicas. Nem que seja para ajudar o Estado a cumprir o serviço público da informação.


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Domingo, 26 de Setembro de 2010

Portefólio – Corpo de Cristo – 26 de Maio de 2005


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Sábado, 25 de Setembro de 2010

Portefólio – Desfile Etnográfico – Chaves, Julho de 2004


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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

O Homem Sem Memória

 

30 – Enfiava cada botão dourado através de um círculo feito numa ponta duma régua de madeira com uma linha aberta ao centro, colocava as meias-esferas com o símbolo da GNR todas juntas, pressionava-as, friccionava-as com um líquido espesso semelhante a café com leite, depois puxava-lhes o lustro com um pano e com uma escova pequena. No final regalava-se a contemplar-lhes o brilho amarelo. Pareciam feitos de ouro.

Depois dos botões do capote azul, dava lustro às várias insígnias da farda. Por fim escovava convenientemente o chapéu circular. A missão apenas ficava completa quando engraxava as botas e as polainas do uniforme do guarda Ferreira.

Um dia, perto do Natal, o pai do José arranjou-se para sair de casa como quem vai fardado para fazer a guarda de honra a uma visita do Presidente do Conselho: botas e polainas rigorosamente engraxadas, farda engomada, capote e chapéu impecavelmente escovados e passados, insígnias reluzentes; numa mistura de cheiros entre o melífluo da alfazema, o metálico do óleo e o enjoativo da naftalina. Assim fardado parecia um GNR dos que surgiam nas brochuras de propaganda do regime.

Como tinha nevado muito durante a noite, a madrugada foi gasta a acender o lume, a aquecer a vianda para os recos, a preparar o mata-bicho e a desobstruir a entrada do quintal e as escadas do manto de neve que lá se depositou.

Antes de sair de casa, o guarda Ferreira depôs na palma da mão do seu filho uma moeda de cinco escudos e fez-lhe uma festa na cabeça. Um gesto carinhoso que não era despiciendo. Nem para quem o praticava nem para quem o recebia. Toda a família tinha uma necessidade urgente de carinho. Mas ninguém estava para aí virado. Ali era tudo muito mais de receber do que de dar. Por isso é que os gestos verdadeiramente humanos eram raros. Uma carícia, uma palavra doce, um olhar atento, um beijo, eram atitudes tão raras na família como o dinheiro no bolso do guarda Ferreira. Mas se o dinheiro era uma coisa que era preciso ir ganhar lá fora, os afectos podiam ser encontrados em casa. Só que ninguém os procurava porque a vida embrutecida lhes entorpecia os sentimentos.

No momento quase triunfal do guarda Ferreira descer as escadas, o Leão ladrou uma saudação e o Virtudes atirou-lhe um piropo feminino. Na cozinha, a Dona Rosa mastigava uma côdea, trincava uma pele de bacalhau para ganhar leite nas tetas com que alimentar o filho mais novo e fixava o lume com uma atenção de bombeiro. Logo atrás do pai, saiu o José, não sem antes aviar o dejejum à bicharada.  

Um dia de nevão em Montalegre era uma bendição para os mais pequenos. Não havia escola e não se realizava nenhum trabalho nos campos. Ou se ficava em casa a comer e a dormir ou se ia para a rua brincar com a neve. A rapaziada lançava bolas de neve uns aos outros ou então fazia escorregas nos passeios das ruas mais inclinadas para servirem de armadilha aos incautos.

Vinha um e punha-se a escorregar com os pés durante alguns metros, depois vinha outro e fazia o mesmo. Seguia-se outro e outro até a pista ficar em gelo compacto e esplendidamente escorregadio. Quando a armadilha estava concluída, os rapazes iam esconder-se atrás dos valados de neve do outro lado da rua e punham-se a observar os adultos que por ali se atreviam a passar. 

Primeiro passou o padre Zé, que por ser tão desconfiado como o Mafarrico, desceu do passeio e decidiu caminhar pelo meio da rua. Seguiu-se a professora Rosalina, uma rapariga nova que namorava com o escrivão do Tribunal e que costumava ir para a Mijareta arrulhar de forma tão intensa que, envergonhada e arrependida, por lá deixava os preservativos que, volta e meia, eram aproveitados pelas crianças das cercanias como balões e com eles se entretinham a brincar. Como vinha da farmácia, e parecia tão entusiasmada, os rapazes combinaram mais uma visita ao sítio onde o casal de namorados costumava marcar os seus encontros. Mal pôs o pé direito no espaço vidrado, o seu corpo acelerou a trajectória, as pernas deslocaram-se mais do que o corpo, projectando-a para trás, dando uma valente cuzada. Não fosse a donzela provida de uma seira abonada e podia ter-se magoado com gravidade. Mas com um cu daqueles, começou aos pulinhos e escorregou tão graciosamente que o seu tombo pareceu não obra do acaso e da malandrice dos rapazes, mas antes um exercício treinado e tão bem executado como quando aplicava a camisa-de-vénus no pénis erecto do seu namorado, que era, salvo-seja, um aflito. Ela, com toda a pedagogia de que era capaz, bem dizia ao namorado, tem calma, Manuel, tem calma. Mas pela cara descontente da donzela, até aqueles garotos, que tão pouco sabiam dos segredos do amor, intuíam que o Manuel não conseguia manter a calma que lhe era devida para que a coisa resultasse a contento para a professora e para o escrivão. Sobretudo para a professora, coitada, que gostava das coisas bem feitas e que sabia também que para isso acontecer é preciso muita habilidade e paciência. Mas essas eram precisamente as artes que o seu namorado não possuía.

Ainda os rapazes se estavam a rir do trambolhão da professora quando na esquina da rua apareceu o guarda Ferreira. O José, que naquele momento se encontrava de costas para a estrada, não se apercebeu de quem lá vinha. Nem ninguém lhe disse nada. Quando se inteirou da presença do pai, já ele tinha posto o pé na fina camada de gelo. E caiu desamparado. O chapéu rolou para longe. O guarda Ferreira tentou levantar-se aprumado como um GNR, mas voltou a desabar. Novamente tentou e mais uma vez caiu. Os rapazes riram-se muito. Fartaram-se de rir. O José começou a chorar. Os seus colegas cada vez se riam mais. O guarda Ferreira deslocou-se mais um pouco de joelhos, apanhou o chapéu e novamente se tentou pôr de pé. Caiu outra vez. E outra. E mais outra. Por fim, rastejou para fora da pista de gelo e, com o capote cheio de neve, levantou-se e começou a correr para fora dali, com a vergonha estampada no rosto.


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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Portefólio – 8 de Julho - Dia da Cidade de Chaves (2010)


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