Domingo, 30 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

Poema Infinito (226): o amor incompleto

 

Os teus olhos são como as pombas de Salomão. Lembras-me romãs, ovelhas brancas, corças e rosas sopradas pelo vento. Ao teu lado sentam-se os deuses que parecem a voz do riso e que fazem tremer de prazer o tempo. O amor debruça-se sobre o teu rosto que é um instante, como o último beijo antes de adormecer. Bebes-me a vida, por isso me julgo imortal. A noite é perpétua quando dormimos juntos. Murmuramos os nossos nomes enquanto jovens. Experimentamos a ciência antiga de fugir ao tempo. Longos são os pensamentos do amor quando se prolonga a tua ausência. Por vezes até a chuva para. Fico com o coração apertado. As nuvens fogem. Os pássaros voam e desaparecem. Teimo em amar-te. Respiro suspiros. Respiro a alma dos peregrinos e admiro as suas lágrimas. O amor é como um segredo sobre pressão. Os meus olhos dilatam-se. A esperança renasce. As folhas coloridas apagam os caminhos. O outono é uma montanha. Encontro-te sempre nos trilhos que não conheço. As nossas cartas de amor possuem uma escrita rendilhada, são compostas de suspiros e de saudade. Pressinto-te a penteares os cabelos no meio das cerejeiras em flor e debaixo de um toucado de nuvens. Quando sorris, a minha tristeza é levada pelo vento até ao dia seguinte. E aí te espero de novo. E os teus olhos voltam a brilhar. Os meus sonhos são como segredos que se transformam em ondas. Os campos estão limpos, a terra apetece, a brisa da tarde traz-nos a paixão. O destino mora nos nossos corpos como se fosse um anjo tranquilo. O prazer faz-nos chorar lágrimas luminosas. Vamo-nos confundir com o orvalho. Ninguém nos pode roubar a noite. A verdade protege-nos dos elogios. O desejo é invisível, mas realiza-se. É como um juramento distante. A claridade da aurora abre o caminho. O desejo queima-nos a pele. Por vezes o amor é um contentamento mesquinho que se espalha como o fogo. Por vezes o medo mistura-se ao prazer. Por vezes o amor parece ilícito. Como se necessitasse de um juramento secreto. Pelo olhar se vê o coração de quem observa. Imagino o amor como uma fé, um fogo honesto, uma feliz coincidência. Dentro dele o tempo imobiliza-se, as horas ficam sem préstimo e a beleza fica sem mérito. Os olhos veem o que não veem. Depois apagam-se e acendem-se com as luzes de natal. Todo o amante padece da reminiscência do próprio amor. Pobres dos que morrem sem ser queridos porque desaparecem com a dor do espanto. As lâmpadas de fogo resplandecem dentro do segredo dos desejos. O amor é capaz de imortalizar tudo aquilo que é mortal. O tempo volta ao seu redil. Faz-se de novo tarde. É tempo de memorizar os cuidados futuros. Todo o passado é dor. Nos jardins as flores murcham, como se estivessem loucas. O amor é agora aflição. Mesmo que o tempo enfeite as árvores. O amor reacende as feridas. Apertamos as mãos e voltamos a jurar o amor como último suspiro, onde o prazer é como uma maleita doce. Os nossos corpos voltam a ficar despertos como as almas danadas. O amor sofre por ser uma mudança imaginada. O amor não muda nada porque receia a mudança. No entanto, só do teu amor me pode vir recompensa. Escrever um poema de amor é uma coisa estranha. O tempo fica lento. Os jardins incendeiam-se. Os sexos resplandecem. Sonho-me como se fosse uma espada. Escrever um poema de amor é a coisa mais estranha do mundo.


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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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Terça-feira, 25 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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216 - Pérolas e diamantes: da necessidade de uma terceira força e de transparência

 

Já pressentindo a hora da despedida, o executivo de Passos Coelho, também conhecido como o Pedro dos Impostos, ou o Xerife de Nottingham, e do senhor Portas, já apelidado do mister dos submarinos, resolveu à última da hora, pela voz da fortuita Maria Luís Albuquerque, vir agitar o papão de um 2º resgate.  

 

Zangado com as sondagens, o líder do PSD, conhecido como o Xerife de Nottingham, ou o Pedro dos Impostos, resolveu vir a público dizer que, sendo assim, já não repõe a totalidade dos salários na função pública, como tinha prometido logo após a decisão do TC.

 

Logo a seguir resolveu brandir o fantasma, ao que tudo indica, ainda vivo, mas detido por suspeitas de corrupção, do ex-primeiro-ministro Sócrates. E nisso teve a ajuda prestimosa do líder da bancada do PS no parlamento, Ferro Rodrigues, que, embandeirado em arco pelas sondagens, resolveu assumir a reabilitação do famigerado José, com toda a pertinência que se lhe reconhece.

 

Portas, com a habilidade discursiva que todos lhe atribuímos, lembrou, e bem, que o PS deixou um país à beira da falência e que “o passado do PS continuará a ser o problema do futuro do PS”.

 

De facto, tudo indica que sim, pois as caras que acompanham António Costa são as do velho PS, as conhecidas, e reconhecidas pelos portugueses, como a “tralha” socialista.

 

Todos os sinais indicam que, apesar da liderança do PS ter mudado, a sua política continua a mesma. É impossível fazer uma política nova, com o velho PS.

 

Pedro dos Impostos, ou o Xerife de Nottingham, metido dentro do seu labirinto, como o general do romance de Gabriel García Márquez, afirmou “que se orgulha muito do que foi feito e que não vai facilitar”. É caso para dizer que bem pode limpar as mãos à parede.

 

Mas também ninguém poderá estranhar. De facto, o líder do PSD ascendeu ao poder através de uma colossal mentira, tendo sido levado ao colo pela comunicação social, que na altura batia em Sócrates como em centeio verde. Pelos vistos, o homem andava apenas a fazer pela vidinha, como a sua detenção confirma.

 

Mas como os ventos mudaram, Passos Coelho começou a acusar os meios de comunicação social da sua má imagem.

 

O PM já deixou de governar. Limita-se a gerir a mentira da sua boa governação.

 

António Costa, por seu lado, posto perante o flagelo das cheias na cidade que governa, disse que para elas não existe solução.

 

O pior vai ser quando se sentar na cadeira do poder e anunciar aos portugueses a mesma conclusão. Se calhar o PS não tem mesmo resposta para os problemas do país. Ainda não ouvimos o seu chefe explicar as soluções concretas que defende para os problemas que persistem. O seu sorriso é doce, a sua voz é calma e o seu tom é moderado e generalista. Mas só isso não chega. E o Sócrates foi parar atrás das grades.

 

A solução tem de vir de fora. De fora do sistema político tradicional. De uma terceira força constituída por pessoas que não estejam dependentes dos mafiosos interesses dos aparelhos partidários. Que não estejam enfeudadas nem ao PS nem ao PSD, o famigerado BCI (Bloco Central dos Interesses). 

 

Ou vem daí, ou não teremos solução duradoura e credível. Será mais do mesmo. É necessário e urgente sairmos deste jogo viciado efetuado entre os dois partidos do sistema.

 

 

PS – A “Transparência e Integridade, Associação Cívica” (TIAC) tomou a iniciativa de avaliar o volume e o tipo de informação disponibilizada aos munícipes, e à opinião pública em geral, que apelidou de classificação do “Índice de Transparência Municipal” (ITM).  

 

O ITM afere o grau de transparência de cada município, medido através de uma análise da respetiva página na internet.

 

A TIAC avalia o volume e o tipo de informação disponibilizados aos munícipes (e à opinião pública, de uma forma geral) sobre a estrutura da autarquia, o seu funcionamento e atos de gestão, entre outros tópicos.

 

Áreas de elevado risco de corrupção, como a contratação pública e o urbanismo, suscitam uma particular atenção dos autores do ITM.

 

Para isso, elaborou um ranking com as 308 câmaras, relativo a 2014. A 1º da lista é Alfandega da Fé; a 5º é Mirandela; a de Vila Real vem em 14º; VP Aguiar ocupa o 24º; Boticas o 62º; Montalegre o 76º.

 

Chaves ocupa o opaco lugar de 129º. Lembramos que em 2013 estava em 56º.

 

Por isso, ó senhor presidente António Cabeleira, mais uma vez encarecidamente lhe pedimos, a si e aos demais vereadores, que aprovem uma auditoria independente às contas da nossa autarquia. Quem não deve não teme. E à mulher de César não lhe basta ser séria, tem de parecê-lo.

 

PS 2 – E, também em nome da transparência, já agora senhor presidente, talvez fosse boa ideia aprovar conjuntamente uma auditoria externa às contas da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, da qual foi digno presidente, até 2013, o simpático vereador João Neves (ex-MAI e atualmente do PSD), pois quem não deve não teme; certos de que aquele que tão garbosamente exigiu, durante toda a campanha eleitoral, uma auditoria às contas da Câmara de Chaves, com toda a certeza verá com bons olhos, e até aclamará efusivamente, uma auditoria realizada às contas do seu virtuoso mandato.


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Domingo, 23 de Novembro de 2014

Olhares

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Sábado, 22 de Novembro de 2014

Tocando a guitarra

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Ruralismos

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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

Poema Infinito (225): origens múltiplas

 

Dirijo o meu olhar para os passos do teu espírito. Os teus pensamentos são como rochedos sagrados. Um dia iremos a Jerusalém para ver o amor transformar-se em paciência e deixarmos de lado as falsas crenças e as enganadoras narrativas. Mas vamos à história da origem da origem. Todos os heróis se perderam nos labirintos do tempo quando demandaram o Santo Graal. Aí encontraram a sua ambivalente imortalidade. Aí abriram buracos para descobrirem o centro do universo. As crianças redentoras nasceram em grutas e percorreram os caminhos das florestas encantadas. Tiveram visões lá no alto das montanhas onde praticaram a arte milagrosa do jejum. Depois elevaram-se nos ares e cantaram. Sonharam então com longas viagens onde pretenderam amainar os elementos, abençoar todos os nomes e escrevê-los nas tábuas da fantasia. Foram elas que imaginaram e desenharam as pirâmides de Gizé e as suas múltiplas passagens secretas para poderem brincar lá dentro e para que os homens que lá entrassem não tivessem possibilidade de fuga. A sua juventude eterna, possibilitada pela água que beberam da fonte milagrosa, envelheceu como ideia. Depois sucederam acontecimentos terríveis que a todos surpreendeu: as pedras dos templos tornaram-se exatas, os milagres transformaram-se em ruínas, vieram os terramotos e os maremotos e os ciclones e os tufões, os incêndios e as inundações. Os crentes transformaram-se em pintores de grutas retratando nas suas paredes presépios ameaçadores. Os profetas começaram a apregoar a hostilidade e a defender a sabedoria do esquecimento. O mundo tornou-se demasiado comprido. A verdade transformou-se num gesto vago de desalento. Os homens começaram a manifestar o desejo de matar para salvar o Criador e a sua criação. As parábolas ficaram planas como o olhar dos cegos. O amor ficou neutro como os ventos desenhados. As tempestades ficaram frágeis como o papel. Os animais deixaram de acreditar na natureza. Os homens dividiram-se em duas metades imperfeitas e deixaram de confiar uns nos outros. Os amantes começaram a ter medo do amor e do seu corpo e do seu sexo. Especializaram-se em particularidades instantâneas. A pretensa beleza de Deus cegou-os. Alguns começaram a contar histórias mirabolantes para se aperceberem da realidade e tentarem compreendê-la, mas perderam a capacidade de medirem os seus dias e o seu tempo de vida. Os deuses começaram a atuar como se os homens não existissem verdadeiramente, como se fossem uma sua criação animada para experimentarem a eficácia. A bondade e a maldade misturaram-se como o sal e a água dos dilúvios divinos. Tudo o que era divino ficou incompetente. Tudo no universo se desorganizou. Os deuses começaram a ironizar as suas próprias catástrofes e principiaram a utilizar os velhos métodos da distância. Quanta mais distância, mais obediência. Os homens surpreenderam-se com a sua súbita sabedoria primária. A linguagem transformou-se numa bússola sem pontos cardeais. A invenção antiga do destino tornou-se incompetente. Os homens passaram a evitar as frases explícitas e os sentimentos concretos. Tudo ficou um pouco mais longe da verdade. Todas as coisas perderam a sua própria fisionomia. Todas as infâncias se transformaram em ruas que eram parábolas e terminavam em florestas. Os homens decidiram nunca mais olhar para cima. Os seus olhos ficaram com a expressão planeada dos mapas. As flores ficaram nervosas e por isso perderam a cor e o perfume. A natureza ficou definitivamente ao nível do nosso olhar. No meio deste caos nasceu, por fim, o paraíso, que antecipou a natureza e, por fim, moldou o homem e a sua natureza de barro.


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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014

Fumando

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Terça-feira, 18 de Novembro de 2014

Olhares

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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2014

215 - Pérolas e diamantes: mensagem numa garrafa

 

Jorge Luis Borges disse que somos feitos de tempo. Que o tempo é um rio que nos leva. Que nós somos esse rio. 

 

Martin Amis afirmou que a escrita é liberdade, por isso é que ela é tremendamente sensível a qualquer coisa que a ameace.

 

Por aqui continuam os sinais de sempre. Por aqui não ascende quem é reto e competente, mas aqueles que sabem quais as botas que devem engraxar e, sobretudo, como conspirar e intrigar para dessa maneira afastar os que se podem atravessar no caminho. Pois que lhes faça bom proveito. Fiquem descansados, eu já me fui embora. Metaforicamente falando, claro. Eu já dei para esse peditório. Que a inveja, a intriga e a maledicência, vos seja leve.

 

Além disso, eu já não consigo acreditar em vitórias. Basta-me olhar para os “vitoriosos” para me dar conta de que nunca ganharam nada de verdadeiramente consistente e importante na vida. Além das palmadinhas das costas, o que esses “triunfadores” conseguiram foi o direito à indiferença e ao desdém. Deles nada mais sobra do que as bandeiras eleitorais que guardam como recordação na despensa lá de casa ou na garagem. São uns pobres coitados trajados de futilidades.

 

Grande parte da gente que está na política apenas se preocupa com o almoço ou com a merenda. São os políticos da flatulência e do embuste. E são tão bons nisso que até conseguem fazer-se eleger vereadores camarários.

 

Eu, caros “vitoriosos”, não preciso de poder. Apenas necessito de descanso. Vós é que precisais de tachos, potes e panelas. Para vós e para os vossos filhos, netos, sobrinhos ou afilhados. Por isso sois os verdadeiros artistas da falsidade, da mentira e da intriga. E apenas conspirais nas costas das pessoas sérias e livres. Possuis a verticalidade dos répteis e a frontalidade das toupeiras.

 

Todos vós vos endividastes com o crédito da liberdade, da fraternidade e da igualdade. Mas uma coisa vos digo: As dívidas devem ser pagas. Por isso, aqui fica o desafio: Pagai o que deveis, para verdes aquilo que vos resta.

 

Existem várias formas de fazer política. Mas para os “vitoriosos” da nossa urbe o que importa é manter as aparências. E por isso elas são mantidas. Pois por aqui o poder mantém as aparências e a oposição tradicional faz o mesmo.

 

Para as terras pequenas basta um louco. Dois são muitos. E três demais. Por isso é que por aqui a política é uma brincadeira.

 

Mas outra coisa vos digo: As águias voam sós, os carneiros andam em rebanho.

 

O povo, como todos sabemos, exterioriza ruidosamente os seus afetos. Afinal que outra coisa podem fazer os pobres? Aplaudir não custa dinheiro.

 

 

PS – Seriamente inquieto e preocupado com o que vejo ocorrer de norte a sul de Portugal, incluindo necessariamente as ilhas, relativamente às contas autárquicas, às dos bancos e às do governo do país, venho, em nome de, pelo menos, mais de metade dos eleitores flavienses que votaram nesse sentido, solicitar ao senhor presidente António Cabeleira, e demais vereadores, que aprovem uma auditoria independente às contas da nossa autarquia. Quem não deve não teme. E à mulher de César não lhe basta ser séria, tem de parecê-lo. Assim poderemos todos dormir um pouco mais descansados.

 

PS 2 – E, já agora senhor presidente, talvez fosse boa ideia aprovar conjuntamente uma auditoria externa às contas da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, da qual foi digno presidente, até 2013, o atual vereador João Neves (ex-MAI e presentemente do PSD), pois quem não deve não teme; certos de que aquele que tão intrepidamente reclamou, durante toda a campanha eleitoral, uma auditoria às contas da Câmara de Chaves, com toda a certeza verá com bons olhos, e até aclamará de pé, uma auditoria realizada às contas do seu próprio mandato.


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Domingo, 16 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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Sábado, 15 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2014

Poema Infinito (224): o traço fino da loucura

 

Fomos amaldiçoados pela loucura. Sobre nós desceu a luz dos encontros. E as primeiras palavras que invadiram o mundo acenderam-se como cigarros. Fugimos do medo. O firmamento ficou escuro como acontece antes da queda das estrelas. Emergiu o tempo para outras visões. Os nossos olhos ficaram impregnados de uma estranha coloração oblíqua. O nosso amor foi cavado com as mãos em concha e iluminado pelo brilho dos nossos olhos. Daí as nossas mãos possuírem memória, daí os nossos sonhos terem cores insubstituíveis, daí as elevadíssimas temperaturas dos delírios. As cicatrizes do tempo tornaram-se audíveis. O passado é agora uma ferramenta artesanal. A nossa serenidade encheu-se interiormente com cores invulgares. As aves enviam-nos os seus ínfimos acenos. Tudo à nossa volta estremece. As paisagens são agora líquidas como o ventre das mães. Lembramos o momento exato quando começámos a desobedecer à eletricidade do destino possuídos pela liberdade radical das estruturas divinatórias. A sua clareza perturbou a nossa aparente imobilidade. Aprendemos a adormecer contemplando a luz e o som das chamas e dos seus reflexos primários. Aceleravam-se então os nossos corações. À velocidade das alucinações sucedia a clareza das metamorfoses de Deus. Os seus olhos eram como topázios radioativos. A divindade transbordava de eletricidade estática e acelerava o destino das estrelas. A sua pele apenas podia ser riscada com diamante. Os rostos maquilhados dos santos sugeriam a eterna perseguição do repouso do inferno. A metamorfose dos labirintos refletia as casas perturbadas pela sua eterna imobilidade. Por isso Deus é um templo. Por isso o paraíso está em chamas. Os anjos e as anjas complacentes entretêm-se a arrumar as palavras em prateleiras pequenas porque Deus lhes ordenou o silêncio branco da eterna obediência. Deus é agora uma palavra única e indestrutível. Não o Verbo, mas o Nome. O desespero emerge das pedras. A divindade transformou-se num útero andrógino, apesar de a sua matriz ser masculina. É agora uma catedral de pernas abertas por onde penetra o tempo e a sua inexorável decadência. Os jardins são terreiros de guerra. Os arcanjos vingativos são guerreiros totalitariamente imperfeitos. Por isso invadem os céus e desejam destruir os séculos e a sua arquitetura simbólica. Todas as suas horas são violentas. Os seus olhos são como imagens cruciformes. O seu desejo é uma combustão interna. A sua verdade levanta-se como uma montanha de negação. Os falos reprodutores do passado que lhe deram origem foram por si decepados. Por isso se transformaram em enormes sombras sem voz e tão frias como glaciares. As suas noites são escuras como o fundo do mar. Todos nasceram da vagina das suas mães a arder, em dias sem sol, sem chuva e sem céu. Por vezes são estátuas que nutrem uma paixão prodigiosa pelo movimento das tempestades e que mantêm um imenso desejo em sucumbir. Desejam, definitivamente, apagar a memória dos seus insólitos nascimentos. Nunca adormecem. São a morte da própria morte. Por vezes erguem-se na noite como se fossem pirâmides ruidosas. As suas asas são como gadanhas e com elas alimentam o voo noturno do tempo. São eles quem imagina o frio, quem faz sangrar o mundo, quem nos condenou à eternidade da morte. São eles os inoculadores dos pesadelos… Por favor, deixem-me acordar. Abram as janelas para entrar a luz. Onde estão os teus olhos? Onde está a sua luz? Onde estás tu?


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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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Terça-feira, 11 de Novembro de 2014

Em Versalhes

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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2014

214 - Pérolas e diamantes: no melhor pano cai a nódoa

 

O poeta W. H. Auden compôs uma quadra com estes versos premonitórios: “Eu e o público sabemos / O que na escola toda a criança aprende: / Aqueles a quem se faz mal / Fazendo o mal retribuem.” Podemos dizer que é uma lei da vida.

 

Outra sua lei é a de que apenas a traição é intemporal.

 

Só que a verdade é como uma ave de rapina: dá sempre muitas voltas antes de bicar.

 

Mas nunca nenhuma batalha foi ganha por aqueles que se limitam a ser espectadores.

 

Todos os políticos são inseguros, anseiam que os admirem. Por isso quando fazem algum elogio é porque estão à espera que lho retribuam com outro.

 

Mas todos sabemos que a política, como muito bem costuma dizer baixinho o superagente Smiley: Não se pode comer, não se pode vender nem se pode dormir com ela.

 

Já Goethe dizia que “no princípio era a ação”. Essa também é a minha filosofia: O que pensa um homem é problema dele. O que verdadeiramente interessa é aquilo que ele faz.

 

Serve este pequeno naco de filosofia da treta como prelúdio para o que se segue. 

 

O jornal i noticiou que “o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional decidiu em agosto contrariar a Agência para o Desenvolvimento e Coesão (ADC) de escolher apenas uma empresa para selecionar futuros gestores dos fundos europeus”.

 

A princípio, a agência tinha decidido adjudicar todo o trabalho à empresa que apresentasse a melhor proposta. Concorreram três, ganhou apenas uma, de acordo com a lei. O problema foi que a empresa que ganhou o concurso não foi a esperada. Pelo menos pelo senhor secretário de Estado. Ele apostava numa empresa de um ex-autarca do PSD do Porto.

 

Vai daí, o governante decidiu contrariar o modelo escolhido e mudou as regras estabelecidas, dando indicações para que se contratassem as empresas que haviam ficado de fora, porque, voltamos a lembrar, tinham apresentado preços mais altos.

 

Ou seja, adjudicou-se o mesmo serviço não só à empresa com o serviço mais barato, como decidido pela agência, mas também a todas as que participaram no concurso, onde estava a tal do ex-autarca do PSD.

 

Uma delas mostrou-se desde logo indisponível para participar, mas não foi a do citado militante do PSD.

 

Ficaram assim duas entidades a executar o mesmo serviço. E o Estado, em vez de pagar cerca de 40 mil euros à que ganhou o concurso, passou a ter de remunerar mais 60 mil euros à empresa excluída à partida. 

 

O curioso é que o senhor secretário de Estado mantém desde há alguns anos ligações políticas com o ex-autarca do Porto e, mais curioso ainda, não é que em 2005, o agora secretário de Estado foi indicado pelo ex-autarca do PSD, então dirigente da Junta Metropolitana do Porto, para ocupar um dos lugares cimeiros daquela instituição!

 

O visado, contactado pelo citado jornal, não respondeu a qualquer questão colocada.

 

Talvez porque, no seu douto critério, “a comunicação social tem sido um dos responsáveis da degradação do regime democrático”.

 

Ou dito de forma mais explícita, por Alberto João Jardim: “Há aqui uns bastardos na comunicação social. Digo bastardos para não dizer filhos da puta.”

 

 

PS – Péricles escreveu: O segredo da felicidade é a liberdade; o segredo da liberdade é a coragem. Por isso, senhor presidente da Câmara de Chaves, mais uma vez o desafiamos, a si e aos seus distintos vereadores, a aprovarem uma auditoria independente às contas da nossa autarquia, pois quem não deve não teme e à mulher de César não lhe basta ser séria, tem de parecê-lo.

 

Com essa sua gentileza, com toda a certeza que passaríamos todos a dormir um pouquinho mais tranquilos.

 

PS 2 – E, já agora senhor presidente, talvez fosse boa ideia aprovar conjuntamente uma auditoria externa às contas da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, da qual foi digno presidente, até 2013, o simpático vereador João Neves (ex-MAI e atualmente do PSD), pois quem não deve não teme; certos de que aquele que tão garbosamente exigiu, durante toda a campanha eleitoral, uma auditoria às contas da Câmara de Chaves, com toda a certeza verá com bons olhos, e até aclamará efusivamente, uma auditoria realizada às contas do seu próprio virtuoso mandato.


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Domingo, 9 de Novembro de 2014

Carvalhos de Montalegre

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Sábado, 8 de Novembro de 2014

Margarida em Montalegre

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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2014

Castelo de Montalegre

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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2014

Poema Infinito (223): os limites da tragédia

 

Mulheres histéricas afirmam que a cidade foi arrasada. Bombas esféricas tombam sobre os nossos olhos. Os poetas representam a sua própria tragédia. A sua antiga alegria caiu-lhe aos pés. As mulheres histéricas abandonam as suas deixas e fenecem incorporando os papéis desempenhados. E choram, transfigurando a antiga alegria em susto. Os homens, que tudo ansiaram, destroem tudo o que já foi seu. A tragédia tem os seus limites. O céu desfalece. As suas cabeças estão em chamas. As hordas dos bárbaros vieram a pé ou em barcos enfurecidos pelas tempestades. Novas civilizações são passadas à espada. A sabedoria dos antigos desfaz-se em névoa. Nessas noites de angústia, os ventos marinhos varrem as esquinas. Cai o pano. A história passa a ser outra. Os novos guerreiros reconstroem os dias felizes. Esculpem-nos em lápis-lazúli. As casas enchem-se de perfume. Os homens deliciam-se a imaginarem as mulheres sentadas o observar as montanhas e o céu. Os dedos habilidosos dos pastores tocam melodias dolentes. Os olhos das mulheres mais idosas brilham entre as muitas rugas. A sua antiguidade é alegre. Nas encostas, os ramos das ameixoeiras e das cerejeiras cobrem-se de flores. As raparigas dançam seguindo o movimento do relvado macio do jardim. Uma brisa fresca levanta algumas folhas do chão. As raparigas fogem da sua juventude amarga. E libertam-se no meio da multidão. As nuvens negras afastam-se. Os homens sentem-se estranhos em casa. Sentem-se felizes. Por vezes enlouquecem. Mesmo assim, deixam terminar as danças. E amam as bailarinas como se fossem livros permanentemente lidos. E admiram a delicada força que se esvai dos seus corpos. A sua tentação é serena. E suspiram enquanto dormem. O seu espírito é afagado pelo crepúsculo. O seu tempo é circular. E escutam as flores. E sentem-se felizes porque a chuva cai sobre os campos. As manhãs são como auroras. Nos seus olhos espalham-se imagens tranquilas de aves esmaltadas. As horas são agora um pouco mais tranquilas. A eternidade aguarda-os com a sua silenciosa indiferença. O seu amor cresce calmo. O tempo adormece. Cai de novo o pano. A história passa a ser outra. As mulheres sonham com a sua beleza passada. Com os seus lábios vermelhos. Com o seu desolado orgulho. Com a esperança em novos prodígios. E acariciam as almas dos homens que vacilam e beijam os seus rostos solitários. O mundo é uma estrada verde que elas percorrem com os seus pés errantes. No entanto não saem do sítio. E desesperam. E vacilam. E cedem. Lembram-se de escutar cantos de amor sem nunca repousar no seu verdadeiro significado. Lembram-se de adormecer ao lado da lareira acesa. Lembram-se da sua sombra silenciosa. Lembram-se do riso nos seus lábios tristes e do júbilo vadio das estrelas e da beleza entristecida das suas mães e do seu destino incolor. Querem erguer-se. E partir. Casaram-se com meteoros. Depois eles fugiram e extinguiram-se. Os lírios consumiram-se nos jardins. Os pássaros brancos foram morrer longe das mãos amigas. É esse o seu triste destino. Os camponeses abandonam a sua solidão e gravam nas cruzes de madeira as lamentações. As suas meditações transformam-se em memórias. Cai pela última vez o pano. O tempo deixa de existir. Tudo fica perfeito como a sombra de Deus.


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Quarta-feira, 5 de Novembro de 2014

Montalegre

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Terça-feira, 4 de Novembro de 2014

Na conversa em Montalegre

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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2014

213 - Pérolas e diamantes: o absurdo do disfarce

 

Quando penso no enorme embuste programático e na imensa insensibilidade social do governo da nação e na enorme falta de coragem da Câmara presidida por António Cabeleira em assumir uma auditoria externa às suas contas, há uma frase de François de La Rochefoucauld que me vem logo à memória: “Estamos tão acostumados a disfarçarmo-nos perante os outros que acabamos por nos disfarçarmos a nós próprios.”

 

Podemos dizer que as duas atitudes têm quase um caráter absurdo. Mas, como escreveu Camus, “o absurdo não liberta, prende”.

 

E já que estou com a mão na massa, deixem que, e tendo por pontos de referência os dois exemplos indicados, cite o poeta Arthur Rimbaud: “Quando somos mais fortes – quem recua? Mais alegres – quem cai a rir? Quando somos muito maus – o que nos podem fazer?”

 

Por vezes também me lembro do convento descrito por Alejo Carpentier (Os Passos Perdidos), que possuía altares barrocos, magníficos tetos de caixotões e, ainda, uma sala onde os mestres se flagelavam, ao pé de um Cristo negro, frente à horripilante relíquia da língua de um bispo, conservada em álcool para lembrança da sua eloquência.

 

Antigamente a simbologia era muito forte. Hoje é apenas residual. Ou inexistente. Como Carpentier escreveu: “A consciência da nossa própria consciência impede-nos de gestos tão metafóricos.”

 

Mas a pergunta impõe-se, para lembrança da eloquência – e da sua verdade apregoada aos quatro ventos –, dos nossos políticos de hoje que relíquia deles guardaríamos em álcool?

 

Todos vamos tendo cada vez mais saudades de outros tempos, onde existia retidão nos procedimentos, existia respeito absoluto pela palavra dada, pela honra e pelo cumprimento das obrigações que enobreciam. A fidelidade a esses valores era eterna e impossível de ignorar,  excluindo qualquer possibilidade de discussão.

 

A este fenómeno está associado um outro: o rápido desaparecimento da cultura, no sentido que tradicionalmente se deu a essa palavra.

 

Todos nos transformámos em consumidores de ilusões.

 

Juan, um personagem do romance de Torrente Ballester “Os Prazeres e as Sombras”, talvez não deixe de ter razão sobre o destino dos que teimaram em ficar nas suas terrinhas: “Àquele que fica por lá vedam-se-lhe os caminhos, menos a mediocridade e a bebedeira.” “Este país é o país da inveja e do esquecimento; se te descuidas, esmagam-te; se não produzes, de hoje para amanhã ninguém se lembra de ti. É como viver em pé de guerra.”

 

O mesmo Juan se dá conta do enorme embuste que representa a política, sobretudo a provinciana, quando pergunta: “Que mentiras tem que contar um homem para que confiem nele?”

 

 

 

PS – Afinal o que seria a nossa vida sem o inalterável fluxo de obrigações desagradáveis, de compromissos vagos e de vocações frustradas.

 

Um personagem do livro de Alberto Manguel, Todos os Homens São Mentirosos, distinguia entre o falso verdadeiro e o verdadeiro falso, sendo que o primeiro lhe parecia mais real.

 

Da pluma de Berens, outro personagem do livro de Manguel, presenteamos o senhor presidente da CMC, mais a sua distinta vereação, com esta «citação grátis»: “Sempre  pode haver um trevo / entre a erva selvagem / que embora igual na terra / difere pela sua coragem.”

 

Certos de sermos compreendidos nesta nossa mensagem, mais uma vez reiteramos o pedido de aprovação de uma auditoria externa às contas da nossa autarquia, pois quem não deve não teme e etc.

 

PS 2 – E, já agora senhor presidente, talvez fosse boa ideia aprovar conjuntamente uma auditoria externa às contas da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, da qual foi digno presidente, até 2013, o agora vereador João Neves (ex-MAI e presentemente do PSD), pois quem não deve não teme; certos de que aquele que tão garbosamente solicitou, durante toda a campanha eleitoral, uma auditoria às contas da Câmara de Chaves, com toda a certeza verá com bons olhos, e até aplaudirá de pé, uma auditoria realizada às contas do seu próprio mandato.


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Domingo, 2 de Novembro de 2014

Conversando

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Sábado, 1 de Novembro de 2014

Descansando

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