Sábado, 11 de Março de 2006

Alegoria quatro

janelo1.JPG

Este é um janelo estilo marxista-leninista, versão PCP.

publicado por João Madureira às 18:53
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6 comentários:
De Julio Salvador a 15 de Março de 2006 às 01:52
Tu é que não passa de boçal. Não vez que foi o irmão dele o inicial revolucionário. Foi a execução de Aleksander e a ostracização da sua família que precipitaram a peleja contra o obscurantismo de parasita do Czar. E Rasputini não existiu? És um burlão, mas no engano em que lavras só a ti enrodilha. Infra os que abjuram a história. Decessa ao Vasco.


De Vasco a 14 de Março de 2006 às 01:57
Dois magros jericos pastam nas planícies da outrora soviética união. Enquanto mastigam relembram cuidadosamente as sucessivas internacionais. Esperam com zelo que alguém venha ceifar de vez este pasto pálido, rasteiro, morto. "Em tempos idos já meio murcho, tanta chuva quiseram que viesse que o alagou, a raiz era já fraca, a chuva torrencial ainda mais a definhou. O fogo da loucura quase que o dizimou" diz energicamente uns dos jericos. "É bem verdade" diz o outro "e tudo isto Lenine começou".


De Jlio Salvado a 13 de Março de 2006 às 00:15
Amigo Vasco, és um merdas. Os sofistas sempre enrodilharam a verdade com a moquenquice enfadonha de tudo comentarem e não emprenharem asinino. Pólvora seca, disparas, mas não aguilhoas, quanto mais ceifar! Tomara que te entre na cachimónia a luz da verdade cognoscitiva. Negar Lenine é como negar a presença de Maomé no mundo. Diz-me tosco: em que eivou Lenine? Falas do que não sabes?
A incultura é atrevida. Tu és atrevidote moço!


De Jlio Salvado a 13 de Março de 2006 às 00:15
Amigo Vasco, és um merdas. Os sofistas sempre enrodilharam a verdade com a moquenquice enfadonha de tudo comentarem e não emprenharem asinino. Pólvora seca, disparas, mas não aguilhoas, quanto mais ceifar! Tomara que te entre na cachimónia a luz da verdade cognoscitiva. Negar Lenine é como negar a presença de Maomé no mundo. Diz-me tosco: em que eivou Lenine? Falas do que não sabes?
A incultura é atrevida. Tu és atrevidote moço!


De Vasco a 12 de Março de 2006 às 21:01
Uma senhora a beijar uma foto do falecido Milosevic. "Alguém" a beijar a múmia do Lenine, se pudesse. A negação é uma perigosa forma de opressão. Mais perigosa quando auto-inflingida. Não existe ou existiu ditador nenhum que não confiasse grande parte do seu sucesso a esta estranha capacidade, que a maior parte da humanidade partilha, de revisitar e negar. Tanto tempo depois Lenine ainda é capaz de fazer "alguém" sentir-se moralmente superior. Mencioná-lo ainda produz ofensa. Ainda arranca ignorância. Numa noite de trovoada em pleno kremlin, grandes electrodos, enormes máquinas e um homem de olhos esbugalhados. Um grande estrondo. Parte-se o sarcófago. O Mundo ainda há de ser nosso "outra vez", diz Leninesteine. Ou será o Alentejo, um sobreiro e uma melena branca electrificada por um raio fulminante...

Da fotografia gostei. Muito bom equilíbrio de luz e cor!


De Julio Salvador a 11 de Março de 2006 às 23:19
Não consinto. Lenine foi um grande sujeito. Já Marx não fez nada, apenas rabiscou umas cenas que procriaram excessivo sofrimento. Juntar ambos é enegrecer Lenine. O próprio Lenine foi defumado pelo suíno do Estaline. Por outro lado o companheiro Cunhal nunca consideraria a janela como de bafo comuna. Os comunas abominam a miséria. A janela podia apenas ser da cadeia onde muitos do reviralho penaram. Um comuna à maneira gosta de janelas rasgadas e em bom material, onde se possa reflectir o último modelo construído pelos camaradas proletários da BMW. Isso é que é uma janela de esquerda, de prosperidade, nunca de miséria fascista. Como comuna deixas muito a desejar. A tua geração é fraca ou então viras-te a casaca. Sempre serás o elo fraco.


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