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TerçOLHO

Este é um espaço dedicado às imagens e às tensões textuais. O resto é pura neurastenia.

TerçOLHO

Este é um espaço dedicado às imagens e às tensões textuais. O resto é pura neurastenia.

30
Abr07

Plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong…

João Madureira

 

 

Plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, pling, pling, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pling, plong, poongzungting, poongzungting, peng, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pung, poongzungting, pung, poongzungting, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, peng, pung, poongzungting, pung, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, peng, pung, poongzungting, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plun, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pung, poongzungting, poongzungting, peng, pung, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, pung, poongzungting, poongzungting peng, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pung, poongzungting, pung, poongzungting, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plang, plong, plang, plong, pling, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pang, poongzungting, pling, plang, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, poongzungting, poongzungting, peng, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pung, poongzungting, pung, poongzungting, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, peng, pung, poongzungting, pung, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, peng, pung, poongzungting, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, peng, pung, poongzungting, pung, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, poongzungting peng, pung, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pung, poongzungting, poongzungting peng, pung, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, pung, poongzungting, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong,  peng, pung, poongzungting, pung, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, peng, pung, poongzungting, pung, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, poongzungting, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, pung, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, peng, pung, poongzungting, pung, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, poongzungting, peng, pung, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pung, poongzungting, poongzungting, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, pling, pang, pong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pung, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, poongzungting, pang, pong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, pang, pong, pung, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plang, plong, plang, plong, pling, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, pling, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pling, pling, plong, pang, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pling, plang, plang, plong, plang, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, pling plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong

29
Abr07

A exaltação da futilidade

João Madureira

 

Vivemos os tempos da exaltação da futilidade.

O segredo misterioso desvaneceu-se e a misteriosa profundidade da sabedoria humana é, nos dias que nos tocam viver, motivo de chacota.

Eu ainda sou do tempo em que nos deixávamos inebriar pela aura misteriosa do desígnio humano e tentávamos interpretar o sofrimento em vez de exprimir a sua acção inibidora.

Considerávamos que a intenção tinha muito maior preponderância porque ocorria dentro da alma de cada um e, por isso, libertava todas as possibilidades da imaginação.

Desprezávamos interpretar a acção porque, afinal, é sempre absurda ou necessariamente controlável, não deixando nenhuma diligência à espontaneidade.

Por fim ficávamos atrapalhados com tudo o que é definido como realidade.

Será que a realidade existe?

 

27
Abr07

A sabedoria e a esperteza

João Madureira

 

Um governo de boas ideias antigamente chamava-se governo de sabedoria.

Agora os executivos só administram por decretos, desprezando as ideias, os princípios, as ideologias, apenas baseando a sua actuação em administrar por éditos.

São estes, não os governos da sabedoria, mas, antes, os governos da esperteza.

Segundo Hannah Arendt, “levar em conta motivos e objectivos ulteriores é esperteza, enquanto compreender e criar algo por dedução, a partir de princípios geralmente aceites, é sabedoria”.

 

26
Abr07

Cada vez mais…

João Madureira

 

Quase todos os meios de comunicação nos transmitem imagens que nos lembram a relação cada vez mais estreita entre a banalidade e a brutalidade do nosso mundo.

Tem este “voyeurismo” a capacidade de nos transportar para o centro da sociedade de consumo, onde tudo é cada vez mais desprovido de qualquer valor, onde tudo é falsamente importante, falsamente inteligente, falsamente belo, falsamente atraente.

E, logo depois, esta banalização dos conceitos desagua numa outra, a dos discursos delicodoces dos nossos governantes e nas proclamações inverosímeis da oposição.

Cada vez mais o absurdo desta insípida vida democrática nos encaminha para o “desejo irracional” da apologia da repressão.

Parece que não nos resta outra hipótese do que fazer troça da nossa própria desgraça para assim podermos preservar a nossa sanidade mental.

 

25
Abr07

A inteligência do sábio

João Madureira

 

A escrita, segundo Amos Oz, é a maneira de “refrear e polir o sofrimento”.

E, já agora que estou com as mãos na massa “oziana”, cada vez mais percebo a sábia filosofia da sua avó quando afirmava: “Este móvel é tão feio que quase é belo”; ou “Deus dói tanto, tanto, tanto, que começa a dar-me vontade de rir”; ou, ainda, “aquele sábio tornou-se tão inteligente que já não percebe quase nada”.

 

24
Abr07

Revolução e Contra-Revolução

João Madureira

 

No preciso momento em que o capitão Durão Clemente (ver registo na Internet) expressava, no dia 25 de Novembro de 1975, via TV, um elogio à revolução e aos revoltosos, no sentido de prosseguir Abril, deu-se uma cena de ópera bufa: a emissão foi interrompida e, de seguida, a RTP começou a pôr no ar um filme do cómico Danny Kaye.

Perante o ridículo da situação, o povo português apercebeu-se de que os revolucionários, afinal, não valiam uma preocupação.

E, entre gargalhadas, ficou provado que o humor quase sempre se sobrepõe à tragédia.

 

21
Abr07

Tradições

João Madureira

 

Um dos maiores defeitos dos portugueses é a falta de pontualidade. Quase sempre chegam atrasados a tudo. E fazem-no com uma ligeireza, e uma descontracção, que raia a insolência.

No sentido de justificarem tal falta de rigor civilizacional, são lestos a proclamarem a expressão desculpabilizante: “desculpem-me pelo atraso”. E é tudo.

Quando alguém lhes chama a atenção para o facto de que é possível, e desejável, ser-se pontual, a desculpa surge pronta e em forma redonda: “Mas como?”

 

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