Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Portefólio – 8 de Julho - Dia da Cidade de Chaves (2010)


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Portefólio – 8 de Julho - Dia da Cidade de Chaves (2010)


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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

O frio humilde do amor

 

Trazes o frio das noites calmas a arder dentro de ti como se sentisses os leves ruídos da assombração e assim te pudesses transformar no silêncio imortal do amor para de seguida me dizeres que todas as coisas mortas seguem irreversivelmente pelo caminho imprevisto da sedução e eu penso que sou o teu amor acordado que aos gritos esmaga sem querer a pessoa amada como se a partir de uma ideia de melancolia se pudesse escrever a palavra melancolia como se essa fosse uma semente inventada pela pureza abstracta da água e como se o espaço pudesse correr ao lado das crianças que escaldam como estrelas espantadas pelo lado encoberto da pureza e eu sou os teus lábios e tu és a minha primavera esplêndida longamente ondulada pelas ideias transformadas em folhas espantadas e eu sou às vezes o meio tempo inteiro dos trevos surpreendidos pela dicotomia e dizes nada e eu digo coisa nenhuma e tu dizes tudo e eu digo totalidade como toda a poesia do herberto helder assim caída na extática claridade da sagrada loucura dos símbolos do kama sutra e lá vem a alma vingativa da fantasia bater nas portas do teu rosto e sim eu sou uma voz que se ouve na violência magnânime dos espelhos e no seu som queimado pelo tempo das histórias infantis porque todas as historias são estórias infantis e por isso abraço a imagem da história secreta da minha avó e da história infantil da sua sexualidade transformada em compromisso e trabalho e obediência e lá vem o amor sonâmbulo e o fogo e a forma intensa do espaço e do tempo e da beleza e da infantil maratona dos sonhos e das estórias planas dos pássaros abstractos que sobrevêm cegos pelos nomes antigos do pecado e por isso lá no altar mais elevado da fé a voz vingativa dos deuses profere fantasias neo-realistas e os profetas da vingança proclamam agora a ditadura dos bons costumes como se fossem burgueses proletários e chefes plebeus ou pedófilos científicos e eu olho e sinto que o vermelho dos telhados da vida fende cada vez mais o azul proscrito do firmamento que é infinitamente fechado e eu sei ainda o significado abstracto do nome mulher e da morte clara e faminta pelas bocas e pelos sexos obesos dos amantes universais e se eu te disser humildemente, simplesmente, humanamente, unicamente, que te amo sei que não acreditas mas apesar disso é verdade…


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Terça-feira, 21 de Setembro de 2010

Portefólio (eterno) – Feira dos Santos – Chaves – PB


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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

A sexualidade das pequenas coisas

 

O meu amigo M. chegou ao pé de mim, sentou-se, pediu um café e pôs-se a bebê-lo como só ele o sabe fazer. O seu porte é distinto, mesmo a tomar café. Ou melhor, sobretudo a tomar café. O M. toma o café como ninguém. A sua maneira de o pedir ao empregado, a forma distinta como abre o pacote de açúcar, seja ele uma pequena bolsa rectangular ou cilíndrica, a maneira como o mexe, em movimentos lentos e exactos, como quem desenha uma circunferência com o auxílio de um compasso kern, surpreende qualquer um. Já vi pessoas a deterem-se no acto de tomar as suas bicas por se sentirem verdadeiramente impressionadas com a habilidade e o porte electivo do meu amigo na execução perfeita do acto de tomar café. O meu amigo M. toma o café como se cada um fosse o último. Ou melhor, toma o seu cimbalino como quem se despede da vida, após ter reconhecido que ela foi inteiramente preenchida com coisas boas. Mas, e para o amigo leitor se inteirar melhor do seu prazer, podemos igualmente acrescentar que o meu amigo M. toma a sua bica como se o fizesse pela primeira vez, como quem se regozija com a primeira namorada, como quem saboreia o primeiro beijo ou como quem se prepara para ter a primeira relação sexual.

 

Penso que a última parte do primeiro parágrafo foi influenciada pelo meu subconsciente, mas só disso me apercebi quando me pus a escrever o que os queridos e estimados leitores estão agora mesmo a ler. De facto, a primeira relação sexual do meu amigo foi como quem toma o primeiro café e fica desde aquele momento indelevelmente apegado à cafeína para o resto da vida, não conseguindo largar a italiana porque o seu corpo já vive dependente do estímulo do alcalóide do grupo das xantinas.

 

Mas para chegarmos até aí, primeiro vamos deixar falar um pouco o meu amigo. Naquele dia em que chegou ao pé de mim e mais uma vez tomou a sua italiana com todo a arte e esmero, que são, como já atrás referi, os traços mais fortes da sua personalidade, disse o seguinte: «Caro João, ontem o meu filho chegou a casa com os bolsos cheios de preservativos, como no dia em que pela primeira vez foi à escola e o encheram de rebuçados. Só que desta vez vinha da universidade, da festa de recepção aos caloiros. Além de uma pasta, uma bata, blocos de notas, roteiros, um lista telefónica das Páginas Amarelas, um cordão com aloquete, uma proposta de abertura de conta numa instituição bancária, um cartão multibanco provisório e duas esferográficas, ofereceram-lhe vários e distintos preservativos em embalagens criativas, com distintos sabores, com ergonomias curiosas e mesmo um exemplar luminescente para a parceira, para, mesmo no escuro, saber sempre o que procurar e onde poder encontrar o membro fálico do mancebo sem ajuda do GPS do telemóvel. Ora, caro amigo, mesmo sabendo eu que a distribuição dos preservativos são uma forma de combater as doenças sexualmente transmissíveis, também são como que um apelo a que essas mesmas relações se efectuem. É um pouco como a história do ovo e da galinha. O meu filho mostrou-se desde logo interessado em utilizar tudo o que lhe tinham oferecido no kit universitário, afirmando que por algum lado se deve começar a vida universitária. E que se ela é constituída por sangue, suor e estudo, o melhor é começá-la com as experiências mais aprazíveis. Os psicólogos dizem que ter uma relação sexual no momento da entrada para universidade ajuda a libertar a libido e por isso mesmo é uma forma estimulante de potenciar as relações intergrupais que são essenciais para criar os laços de amizade e integração no grupo. “Representa o mesmo que no teu tempo”, disse ele para mim, “entrar com o pé direito”. Ao que eu lhe respondi: “Essa curiosa expressão utilizávamo-la como um amuleto, um talismã, um esconjuro. Mas dar preservativos como quem distribui rebuçados de distintos sabores e cores aos jovens parece-me um pouco excessivo. Olha, meu filho, lá diz o povo na sua sabedoria, o que não é visto não é lembrado. De seguida atendi o telemóvel e a conversa ficou por ali. Mas não deixa de ser irónica a circunstância de lhe oferecerem o objecto que permitiu o equívoco da sua gestação”. E calou-se. E calado ficou durante mais meia hora, enquanto fazia que lia a agenda cultural do município. Depois levantou-se muito direitinho e foi passear para o parque onde se entreteve a decorar os Lusíadas. E ia e vinha recitando as estrofes respeitantes à Ilha dos Amores.

 

O meu amigo M. foi um jovem adiantado para o tempo. Na época em que nos formámos, um preservativo era a modos como a teoria heliocentrista de Galileu no seu tempo, uma convicção contestada por quase todos. Mas, apesar da ignorância e da iliteracia da maioria, especialmente da maioria dos jovens, o meu amigo leu algures que existiam artefactos de látex que permitiam praticar sexo para além da procriação. Evidência que actualmente ainda é negada pelo Vaticano. Não propriamente a evidência, mas antes a realidade da moral cristã, que não é propriamente uma moral mas uma fé moralizante apta a defender a procriação como factor essencial das relações sexuais. Ou seja, como objectivo definitivo. Por isso se fez forte e, numa ida a Lisboa em viagem de estudo, deslocou-se a uma farmácia e pediu um preservativo. Como a farmácia estava a abarrotar com pessoas a solicitar fósforo-ferrero para administrar aos estudantes por ser época de exames, nem sequer lhe pediram para mostrar o bilhete de identidade. A partir daí nunca mais deixou de transportar nos bolsos das calças o seu preservativo de estimação. Demorou foi muito a utilizá-lo. Não porque lhe faltasse a ousadia e a vontade. A ala feminina é que não lhe aparava os lances. Fizesse frio ou calor, chovesse ou nevasse, o meu amigo trazia sempre nos bolsos das calças o lenço, as chaves de casa e o preservativo. Apesar da fortaleza do invólucro, a textura começou a dar de si. Ou pelo menos era isso o que nos parecia quando ele, num acto pedagógico, nos mostrava a embalagem azul que supostamente guardava uma embalagem cilíndrica de borracha virgem, tão virgem como a namorada do meu amigo. Ou até ainda mais, se tal é possível. Com o passar do tempo, e com a intensidade dos apelos da carne, um dia, um glorioso dia de Primavera, o meu amigo conseguiu alcançar os seus objectivos. Passados nove meses nasceu o seu primeiro filho. Quando o questionámos sobre o facto, limitou-se a confessar que o preservativo lhe tinha saído furado. Naquela altura não havia ainda uma lei a exigir que os produtos exibissem o seu prazo de validade.

 

 

PS – Estimados leitores, a moda para este Outono-Inverno baseia-se em cores mais cruas, que, por isso mesmo, se voltam para a natureza. Tudo isto evidencia uma preocupação crescente com o meio ambiente. E se há coisa com que a moda, e esta publicação, se preocupe é com o meio ambiente. Segundo a Lenzing, e passamos a citar, “a necessidade crucial de coexistência entre a natureza e a paisagem urbana reflecte-se nas paletas de cores e nas histórias de onde elas vêm”. Por isso, mesmo a moda indica que, para vestir, devemos escolher roupa com as cores dos alimentos. Por exemplo, a cor beterraba, cores que lembrem o couro, ou os ossos, como o marfim e cores cruas da natureza, o verde musgo, como os tons de terra e nude (nude não é bege, é mais uma cor perto do tom de pele).

 

Resumindo, a paleta de cores mostra uma moda Outono-Inverno repleta de colorações que podem evidenciar diversas combinações e estilos. Ou seja, não há centralidade no “ar” frio da estação. Os entendidos sublinham que “as cores iluminam, esquentam, dão classe, estilo e aprimoram o clima frio”. E nós concordamos inteiramente.


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Domingo, 19 de Setembro de 2010

Portefólio – Corpo de Cristo – 26 de Maio de 2005


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Sábado, 18 de Setembro de 2010

Portefólio – Desfile Etnográfico – Chaves, Julho de 2004


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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

O Homem Sem Memória

 

29 – Porque passava mais tempo em casa, o José passou a tratar da farda do pai. Queria vê-lo mais orgulhoso, mais engomado e lustroso. Mais digno de respeito, já que a Dona Rosa estava mais desleixada. O próximo nascimento de mais um filho tinha tornado a vida lá de casa uma verdadeira atrapalhação. A sua mãe cada vez dava mais de si, como uma parede que se desmorona com o peso da terra ou como a trave de uma cumeeira que se dobra ao peso da neve e ao peso das telhas e da força da gravidade.

A vida em família não era nada fácil. E o José sentia-o de uma forma particular. Os livros abriam-lhe os horizontes mas também traziam encerrada nas suas folhas a melancolia, evidenciando-lhe a sua condição. Como se isso fosse preciso. Da sua condição tinha ele consciência apurada.

Apesar de tudo, aprendeu que a pobreza não é uma fatalidade, nem a ignorância, nem a conflitualidade. Bastava ler os livros para se aperceber de que o mundo era enorme e que nele habitavam famílias felizes. E ele era muito infeliz. A sua felicidade apenas acontecia nos poucos momentos em que lia os livros que o senhor Carvalho lhe emprestava.

Por vezes também era feliz quando mastigava chicletes que comprava com os vinte e cinco tostões que o pai lhe dava todos os domingos em troca de lhe tratar da farda. Ia ao Terra Fria comprá-los. Uma mão cheia deles que vinham enrolados em finos retratos de jogadores de futebol. Desembrulhava-os a modinho, para não estragar os cromos, e metia na boca três chicletes de cada vez, que eram o suficiente para lhe encher a boca. E punha-se a mastigá-los com mais entusiasmo do que aquele que dedicava à comida. Se pudesse apenas se alimentava de chicletes. A sua felicidade consistia na leitura, nas brincadeiras solitárias à roda do castelo e em mastigar chicletes. Os cromos guardava-os no seu livro de leitura da segunda classe, onde também prensava os trevos de quatro folhas que encontrava nas margens do Cávado. E era também lá onde guardava as cartas de amor que transcrevia do livro As Cem Mais Lindas Cartas de Amor ou o Livro dos Namorados (Secretário dos Amantes, declarações de amor, cartas amorosas, correspondência secreta, linguagem das flores, etc.), que a sua mãe utilizava para ler e suspirar, copiá-las, chorar sobre elas e insultar o guarda Ferreira por ser o oposto ao homem passível de ser recompensado com o seu amor apaixonado. E com aquelas cartas tão bonitas, tão bem escritas, tão perfeitas, tão doces, tão cheirosas. Tão cheias de sinais e enigmas e amor. O drama é que não havia homem a quem dedicá-las. Os homens não eram dignos de tais missivas. As cartas, de tão perfeitas, não encontravam destinatário à altura. Pobres cartas, pobres homens, pobre amor. E pobres mulheres desencantadas. A realidade de amante (verdadeira e legítima, quer pela sociedade quer pela santa madre igreja) do guarda Ferreira era a mais eterna das desilusões. Essa realidade crua e carnívora, apenas a esbarrigava a cada parto e a sulcava de rugas cada vez mais profundas. E isso a Dona Rosa não perdoava ao homem que tinha a incumbência de ser o seu príncipe e apenas se limitava a ser o seu militar sem guerra, sem brio, sem cavalo, sem espada e sem luvas de cabedal.

A realidade é uma merda, pensavam o guarda Ferreira, a Dona Rosa e o José. A realidade é feia e triste, continuavam a pensar mesmo sem querer. Mas era a realidade o que lhes preenchia os dias. A Dona Rosa tratava dos filhos, o guarda Ferreira patrulhava as ruas, multava os proprietários das galinhas e dos cães, e o José lia e fazia cópias até ficar prudente de tanto transcrever.

Mesmo assim, e por influência da telefonia e dos filmes que iam vendo na televisão do posto da GNR ou do café, o guarda Ferreira transformou-se num adepto das touradas à portuguesa, a Dona Rosa do Amor de Perdição, que lia às escondidas, e o José da masturbação, por fantasiar com as cuecas e as coxas que tinha visto à acrobata do Circo Internacional.


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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

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