Sábado, 16 de Outubro de 2010

Portefólio – Águas Mil


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Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010

O Homem Sem Memória

 

33 – E a vida então vivida foi tocada pelo calor da tolerância e da proximidade. E, até, da cumplicidade. Na cumplicidade dos afectos que, por serem raros e atípicos, funcionaram naquela família desavinda como o Verão de S. Martinho.

José cumpria as ordens da mãe sem se indignar, estudava sem esforço, ia buscar o pai ao café a horas, olhando ternamente para o relógio que um amigo relojoeiro do guarda Ferreira lhe ofereceu como prova de reconhecimento da amizade de um filho pelo seu pai, pois todos os companheiros dos copos e das cigarradas do guarda Ferreira eram unânimes na classificação do José como o exemplo perfeito do filho modelo de educação, dedicação e compreensão por um pai que até tinha os seus vícios mas que, sobretudo por isso, devia ser objecto de mais compreensão, afecto e respeito por parte dos seus. Por isso o José era um exemplo de filho dedicado. Aquele rapaz não seria nunca um filho pródigo.

Quando o viam compenetrado na televisão, enquanto eles bebiam fumavam e tagarelavam com sentido prazer, eram audíveis os elogios rasgados dos amigos do guarda Ferreira: “Olha que bem sentado que está… e como sabe colocar as mãos debaixo do queixo como um doutor de letras…. o rapaz gosta mesmo de ti… e que paciência tem… tão novo e tão responsável que ele é…” e mais coisas pelo estilo. E o José, ouvindo-os sem lhes dar a perceber que o fazia, olhava ainda mais compenetrado para a televisão, aprumava mais o braço que segurava o queixo e afagava o relógio no pulso. Mas nunca olhou para o Cauni Prima com medo de que esse gesto fosse entendido como um indício de crítica ou uma chamada de atenção para o adiantado da hora. Nunca devemos usar uma prenda para com ela repreender quem teve a bondade de no-la oferecer.

José ousou mesmo dedicar mais tempo aos irmãos do que aos amigos. Ajudava a mãe a dar-lhes banho todos os fins-de-semana numa bacia de zinco onde a Dona Rosa costumava lavar a roupa e pôr a carne em sorça para as linguiças e os salpicões, lia-lhes histórias, catava-lhes os piolhos com um pente fino e conseguiu mesmo brincar com eles sem os aleijar por aí além ou os empurrar de encontro às paredes.

Numa noite de geada, depois de ir com a mãe acomodar o gado, pôs-se a brincar no escano com o João. E como o guarda Ferreira estava em casa, sem ninguém atinar bem com a causa, na enorme lareira ardia um lume quase como se fosse noite de consoada. Mas não era. O que fazia daquela noite uma noite ainda mais estranha. O guarda Ferreira libava o vinho quente misturado com mel por uma caneca de barro preto enquanto fumava os seus cigarros sem filtro e falava com a Dona Rosa dos seus tempos de juventude. A Dona Rosa bebia cevada quente por uma caneca de barro branco com os dizeres “amor de mãe” e falava das saudades dos tempos que passou em Lisboa. Os irmãos mais novos ouviam o programa “Serão para Trabalhadores” da “Emissora Nacional” porque achavam muita graça à voz anasalada e artificial do locutor e porque se contorciam a rir com as imitações que uns e outros faziam dos cantores. No escano o José brincava com o João. O calor provocado pela fogueira era tanto que o Joãozinho estava nu da barriga para baixo. O José deitado suspendia o seu irmão no ar e fazia-lhe cócegas com os lábios na barriga. O João ria-se muito. E quanto mais o João se ria mais o José insistia nas cócegas na barriga do João. O guarda Ferreira também se ria, o que fez mesmo com que, por momentos, os seus filhos parassem com as brincadeiras e com os risos. Por causa da desconfiança até a Dona Rosa se riu a bom rir. O que provocou novo riso nas crianças e no guarda Ferreira. E de novo a Dona Rosa se riu. Facto que fez com que o Leão começasse a ganir como se estivesse alguém para morrer. Prontamente o guarda Ferreira agarrou num cipó e ia para malhar forte no cão quando rompeu por ali dentro o Virtudes que se atreveu a tanto para tirar a limpo se o que ouvia estava mesmo a acontecer. E era verdade sim senhor, o guarda Ferreira estava em casa, apesar de continuar a beber e a fumar, a Dona Rosa levanta a saia com a desculpa do calor para mostrar as pernas até lá bem acima ao marido, os meninos teimavam no seu animado playback. E o José teimava, na sua obstinação de criança, em fazer cócegas na barriga do irmão, bufando ar de encontro à pele macia junto ao umbigo. O João ria naquele trinado encantador de menino feliz e riu tanto que deu um pequeno peido. Então o riso transformou-se em dor de barriga e lágrimas. E nunca mais parava. E quanto mais se ria cada um, mais fazia rir os outros. O João, esgotado, no momento em que o José abria a boca para respirar depois de mais uma sopradela na barriga do irmão, mijou-lhe em cima com a simplicidade dos inocentes. Nesse momento o riso colectivo atingiu o clímax. O que fez com que o irmão mais novo acordasse e começasse a chorar com intensidade.

O Virtudes levantou-se de onde estava sentado, pegou no menino ao colo e deu-lhe o biberão de leite. Depois fê-lo arrotar e mudou-lhe a fralda. Foi então quando a Dona Rosa, corada como um tomate, lembrou aos meninos que estava na hora da deita. O José, ainda com o cabelo húmido depois de se ter lavado, juntou-se ao Virtudes e ambos ajudaram os irmãos a despir-se e a vestir as ceroulas e a camisa de dormir e contaram a meias a Lenda da Maria Mantela, história que tinha o condão de os calar.

O irmão mais novo, como se tivesse pressentido que tinha chegado tarde à festa, resolveu manter-se bem desperto e chorava, depois ria, depois tornava a chorar, numa teimosia de bebé que vinha um pouco contra a boa disposição do resto da família. Na cozinha, junto à lareira, o guarda Ferreira e a caneca de vinho misturado com mel, a Dona Rosa, o Virtudes e a sua caneca de vinho com açúcar, continuaram a conversar noite dentro.

O José na cama não conseguia dormir. Chegou mesmo a contar e recontar os piolhos que tinha tirada com o pente e esmagado da cabeça dos irmãos. Mas nada. O sono não vinha. Ouviu o Virtudes a bater a porta e os pais a deitarem-se na cama fria e a dizer “ai que gelada está a cama”. De seguida ouviu qualquer coisa como “chega para cá o rabo que eu aqueço-to… não sejas tonto… sim… umm… sim… shh… que o José tem ouvidos de rato… anda lá homem… não consigo que… shh… sim… vá lá homem… queres que te… sim… shh… ummm… anda lá… não consigo… vá lá que eu ajudo… abre mais as… shh… umm… força… agora… shh… não consigo… é do tabaco e do ciga… foda-se…


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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010

Portefólio – 8 de Julho - Dia da Cidade de Chaves (2010)


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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Uma oração sofridamente fodida…

 

Foda-se, está tudo incompleto. Está tudo incompleto. Foda-se. A vida está irremediavelmente incompleta. Dizem que a vida se completa na morte. Ora foda-se, a vida é o contrário da morte. E a morte é o contrário da vida. E o contrário do contrário é a origem da vida. Não há dicotomia mais absurda. Para além de tudo, Deus fez da morte a sua vingança. Deixemos a ergonomia de Deus em paz. Deixemos a insolvência da eternidade em paz. Deixemos a economia das almas em paz. Deixemos o desespero da paz em paz. Deixemos todas as desilusões em paz. Deixemos a santíssima trindade em paz. Deixemos a guerra em paz. Deixemos a guerra em paz. Deixemos a guerra em paz. Deixemos em paz a brutalidade inusual de um coito severo. Deixemos em paz a virtude de um orgasmo múltiplo e de uma ejaculação precoce. Deixemos em paz as raras ejaculações tardias e os orgasmos funcionais. Deixemos definitivamente em paz a fertilização em vítreo. Deus, dizem os profetas, quis a vontade dominada pela crença. Deus, dizem os teólogos encartados, quis os homens dominados e santos e responsáveis e obedientes e respeitadores e simples e inteligentemente obsessivos pelos gestos simbólicos da abdicação. Deus quer existir na dissidência humana da vacuidade. Deus é um momento eterno. Deus deixou de ser verdadeiro a partir do momento em que me fez mortal. Deus teve o descaramento de se travestir de serpente. Foda-se, Deus teve de se disfarçar de animal rastejante para nos condenar à condição humana. Deus não desiste da paz em favor da guerra nem da guerra a favor da paz. Deus não desiste da necessidade urgente de ser uma desilusão cada vez mais urgente e insurgente e insolvente e incipiente. Deus fodeu-nos definitivamente a vida eterna afirmando com língua de fogo que era isso que nos oferecia em troca de lhe sermos fiéis. E se há coisa que seja verdadeiramente humana é que os homens são féis a Deus. Muito mais fiéis que Deus o é em relação aos homens e à sua nua humanidade. O Deus de todas as coisas é cada vez mais um Deus de coisa nenhuma.


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Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Portefólio (eterno) – Feira dos Santos – Chaves – PB


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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010

A noção de poema

 

Olá disse ele, olá disse ela, olá disseram os dois ao mesmo tempo e ao mesmo tempo também disseram que lindo dia de sol para depois ele dizer que se sentia feliz porque vida há só uma e mulher da sua vida também e ela olhando-o fixamente com os seus lindos e estrábicos olhos disse amo-te tanto que até me esqueço do tracinho e ele corrigiu-a, amavelmente, por certo, lembrando-lhe que o tracinho se chama hífen e que adora ímanes femininos que o atraem como a cafeína e a nicotina e a adrenalina e que as relações sexuais o libertam do bulício de todos os dias e que não existe outra realidade para além da realidade de um corpo tenso de desejo ao que ela respondeu que também por aí anda à procura da vida e do desejo e da espuma dos dias e do brilho das estrelas e da vida vivida com a intensidade dos sábios e dos ascetas que gostam de viver para contemplar e de contemplar para viver e de olhar para a vida com olhos de inclusão porque compreender é perdoar e, deus do céu, sinto-me tântrica, disse ela sem gaguejar, quando olho para ti com o espírito de te incluir por que se há coisa de que eu gosto é de incluir, sobretudo a ti, e depois observar para posteriormente concluir e sentir e desejar e eu desejo-te tanto, mas tanto, que me sinto infeliz que, mesmo não parecendo, é a forma superior, intelectualmente falando, de felicidade, mesmo que aparentemente invertida, como invertida é a noção da realidade, porque a realidade, o que nós apelidamos de realidade, não existe, o que sim existe é a ficção, a tua ficção, a minha ficção e a obsessão, então ele interrompeu-a porque achou que devia e confirmou tudo o que ela disse e sublinhou a parte da inclusão e do desejo porque o desejo é sempre a afirmação superior de estar vivo porque estar vivo é tentar possuir algo, a posse é o instinto básico da sobrevivência e para cada um sobreviver é preciso querer e querer um corpo é bonito e essa beleza só pode desaguar no desejo porque a beleza não existe senão na forma de arte, porque, bem vistas as coisas, copular é uma arte, a primeira arte, a arte mais praticada, a arte mais popular, a arte antes e depois do pecado, porque deus também pecou, e peca, quando gerou cristo, o que nos leva ao mistério da religião, a religião é uma outra forma de linguagem do prazer e da transcendência, porque toda a transcendência, sendo religiosa, é também a forma superior de redenção e eu quero render-me ao teu corpo, possuindo-te agora por palavras que nos aproximam concomitantemente da realidade dos corpos e, valha-me deus, da sensação total da vida e tu és a minha vida e eu sou a tua vida e nós os dois, por incrível que pareça, somos a vida de todos porque a sublimamos e no sublimar é que está o ganho, ó inferno da carne, eu já ardo, e tu cegas-me, não sei o que mais desejo em ti se tu mesma se as tuas palavras porque as tuas palavras sabem-me tão bem, mas tão bem, que não sei se me aguento sem fazer mesmo aqui um escândalo, tu és o meu escândalo privado e o teu ligeiro estrabismo realça o prazer que eu sinto subir-me pelo corpo como uma cobra, a tal do pecado, e ela, eva e cobra ao mesmo tempo, interrompendo-o, reafirmou-lhe a noção do poema e da escrita, porque a escrita, sobretudo a escrita de poesia, é amor é desejo é prazer, e sublimação, e uma mulher, que é mulher sem preconceitos, ama tanto, e tão bem, ou tão mal, como um homem, pois uma mulher no cio é como o vulcão dos capelinhos, sempre pronta  a entrar em erupção, sim, eu sei, disse ele, mas a imagem física do vulcão a entrar em erupção é sobretudo uma imagem de amor no masculino,  no entanto estou de acordo na ideia de que uma mulher não é um adjectivo é, antes, o magma submerso e fundador da terra, ou, quiçá, o verbo profundo e fundador da escrita, e eu desejo escrever em ti, como abraão, o pai criador da compaixão, e escrever poemas de amor e romances de amor e cartas de amor e receitas de amor e menus de amor e ensaios de amor e dissertações de amor… e, interrompeu ela, com o seu sentido de humor apurado, novelas de escárnio e maldizer, objectivamente falando, conclui ele, vamos até minha casa ver o… ps, nestas, ocasiões, dizem os especialistas, ... muito mais do que uma mulher nua, os homens gostam de mulheres provocantes, com lingeries agressivas, mas, cara leitora, os homens fogem da vulgaridade como Cavaco Silva da intervenção política, o Manuel Alegre da realidade económica, o Sócrates do fulgor dos primeiros dias de governação, o Passos Coelho da responsabilidade institucional e… relativamente à lingerire masculina, caro leitor, as mulheres, com o sentido prático que todos lhes reconhecemos, dão-se por felizes com uma erecção, mesmo simples, apreciando, no entanto, que ela seja natural, pois não vá dar-se o caso de o amante se finar antes de terminar a sua tarefa devido aos estimulantes químicos e ponto final. E, Deus do céu, talvez uma erecção matinal nos ilumine a todos. No entanto, por favor, evite os excessos. E, sobretudo, os desperdícios.


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Domingo, 10 de Outubro de 2010

Portefólio – Corpo de Cristo – 26 de Maio de 2005


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Sábado, 9 de Outubro de 2010

Portefólio – Águas Mil


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