Sábado, 9 de Outubro de 2010

Portefólio – Águas Mil


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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

O Homem Sem Memória

 

32 – E os dias gélidos daquele Inverno barrosão começaram a ficar mais quentes para a família Ferreira. Ali, naquela cozinha, que era, a bem dizer, o coração de toda a casa, o amor entre iguais desabrochou como a flor do cardo no meio do restolho.

Por vezes um pormenor altera tudo na vida de uma família. E, enquanto durou, foi bom de viver aquele Verão familiar. O problema, pensava o José acertadamente, foi nunca ter acontecido por ali uma Primavera.

Havia a sequência acertada dos dias e das noites e de tudo o resto que se ligava com a cosmogonia e com o ritual das orações e com a liturgia dos símbolos cristãos e com a imobilidade das crenças e com a epifania sexual dos animais disfarçada de necessidade procriativa, na sua nudez intrínseca, sincera e coerente, pois se existe algo de coerente na animalidade é a sinceridade da sua nudez, mas nada nesta vida é duradouro, nem a nudez, nem a sinceridade, nem a bestialidade, mesmo que definida como acto de procriação, nem a sexualidade disfarçada de acto cultural. Nem, estamos em crer, a eternidade.

Nesta cosmologia interior a sucessão das estações do ano prolongava o Inverno pelo Verão, sucedendo-lhe o Inferno e de novo o Inverno onde o Outono e a Primavera eram estações idênticas. Tudo nascia e morria numa sequência de pares, contrariando a tríade cristã. Pois se nela está presente, e muito bem identificado, o Pai e, como dizem os textos sagrados, também o estão o Filho e o Espírito Santo, onde raio é que se encontra a Mãe. E a pomba não resolve problema nenhum. Apesar de sagrada, a trilogia divina é toda escrita no masculino. E a mãe é a principal ausente. Mas, como todos sabemos, quando toca a apurar da progenitura de um cristão, ou muçulmano, ou mesmo de um ateu, a mãe todos sabem quem é. Ou melhor, ela própria sabe-o melhor do que ninguém. No entanto, a olho nu, o pai é muito difícil de apurar. Ou era. Naquele tempo era-o. Actualmente a ciência já resolveu mais este imbróglio. Mas, para mal da investigação, Deus não é um objecto físico, o que impossibilita o apuramento dos factos. Mas, apesar da transcendência do texto sagrado, a mãe somente serviu ao Pai para transmitir ao Filho a aparência humana.

Mas ande a realidade por onde andar, os sentimentos são aquilo que são: sentimentos. Por isso José deixou-se enrodilhar neles como se não tivesse aprendido rapidamente que a esmola desconfia sempre do pobre. Deus, que é Cristo, porque é Pai e Filho, e que é Espírito, porque Santo, e que é Pomba, e não andorinha, ou pintassilgo, ou pardal, e que também não é mãe, e porque ainda é poesia e simbologia e interpretação e língua de fogo que abrasa, não como o fogo que arde sem se ver mas antes como o fogo da iluminação interior ou como unguento sagrado, sugeriu-lhe o caminho. O sábio e penoso caminho da indulgência.

José sentiu-se tocado pela palavra de Deus, ou melhor será dizer, pelas simpáticas sugestões de obediência ao Próprio e à sua Madre Igreja e pelas sibilinas promessas do padre Zé quanto a um desempenho quantificador na difusão persistente da palavra do Senhor.

Para se salvar a ele, ou, melhor, para salvar a família, José decidiu aceitar como seu futuro humano a ida para o seminário. Por isso resolveu viver o tempo que lhe restava junto dos seus a modos que um burreco sem cabresto ou albarda, mas sem nunca esquecer que até o mais nobre e diligente sábio encobre as suas vergonhas debaixo do manto diáfano da cortesia e do disfarce.


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Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010

Portefólio – 8 de Julho - Dia da Cidade de Chaves (2010)


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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010

O ofício subtil da firmeza

 

Viver é um ofício de subtil firmeza. Este ano vingativo está repleto de signos astrais que indiciam a feliz fragilidade das manhãs que sustentam os dias vagos. Invento para ti a forma perfeita do sentido. Empreendo o ritmo azul da paciência. Apuro o ouvido para uma audição atenta da verdade incorruptível. Estou exposto à infidelidade invisível da nudez. Permanece incandescente a mutação ténue da eternidade onde a memória da tristeza tende para o infinito. Sou subjugado pela penitência da viagem, eu o escrivão surdo da melancolia. Organizo agora as imagens inclinadas pelo medo. Quero devolver a Deus o esplendor do espanto inicial. Por isso ajusto a minha escrita à incandescência interior do Diabo. Entre eles se joga a eternidade das palavras. O bem e o mal expandem-se sacramentados pela liturgia dos discursos rigorosos dos sábios. Quem de entre vós preenche o buraco negro do sentido da vida? Quem de entre vós explica a súbita iluminação dos poemas do espanto? Quem de entre vós ousa dizer toda a verdade sem sofismas? Quem de entre vós tem a coragem de incrementar a inteligência milagrosa do deslumbramento? Definitivamente, o mundo entra na sua luz de assombro. Definitivamente, o milagre da eucaristia deixa de ser prodigioso. Os homens sofrem porque se sustentam de frivolidades. Os homens sofrem quando pensam que se divertem com o esplendor profano do sagrado. Os homens narram o inenarrável como se fossem os deuses gregos da ausência e da vacuidade… Eu sou novamente a ínfima parte do ínfimo gesto da beleza crepuscular da simplicidade de um sorriso glorificado pela luz da doce velhice da minha avó iluminada pelo enigma claro da terra antiga expurgada pela névoa paciente da fecundação onde o espírito da paz incendeia a face oculta dos reinos unificados pelo fulgor apressado dos pastores de almas e pelos irredutíveis demónios da impaciência por isso a fé nos afecta quando a verdade se activa na nossa mente… Agora eu sei: há definitivamente uma cicatriz antiga em tudo o que escrevo. Por isso sofro quando me exalto pensando no ritmo da morte.


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Terça-feira, 5 de Outubro de 2010

Portefólio (eterno) – Feira dos Santos – Chaves – PB


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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010

Ironia


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As deduções e o espanto

 

Catarina Portas, a irmã do distinto Paulo das feiras e do simpático e monocórdico Miguel, agora no seu novo look de empresária, confessou à Única “Sou uma jornalista que não escreve e uma documentarista que não filma”.

 

Por seu lado, o cantor Paulo de Carvalho, o tal dos meninos à volta da fogueira, afirmou ao jornal I: “Queria ser toureiro ou futebolista. Acabei músico, que é mais ou menos a mesma coisa”. E assegurou: “Nunca apanhei uma bebedeira”.

 

O que acima fica dito remete-nos para algumas deduções. E também nos causa espanto.

 

Vamos primeiro às deduções. Sendo Catarina uma jornalista que não escreve e uma documentarista que não filma, está em inteira sintonia com o estado actual da nação, pois também temos um presidente que a nada preside, limitando-se a passear pelo país arrastando a sua voz e a sua comitiva em inaugurações risíveis, emitindo opiniões ao nível da inocente comunicação da senhora ministra da educação; possuímos um primeiro-ministro que já nada administra, cansado, aborrecido, sem paciência para as reformas que começou a implementar e que deixou a meio, hipotecando seriamente o futuro dos nossos filhos (o que se iniciou em euforia pode terminar em tragédia); temos também uma oposição política que nunca mais se torna credível, que se anula, ou na irresponsabilidade das suas propostas ou nas lutas fratricidas entre pares; possuímos um sistema de ensino que nunca mais sai da cepa torta, caminhando de reforma em reforma até à inércia total; criámos um sistema nacional de saúde que se tornou viciante, atípico, errático, fleumático, corporativista, subordinado à tutela de políticos incompetentes e carreiristas; e desenvolvemos uma segurança social que é um misto de bodo aos pobres e de história do faz de conta (faz de conta que forma, que reforma, que transforma, faz de conta que integra, faz de conta que ajuda).

 

Claro que também podia referir a política económica do governo, mas não consigo articular um raciocínio completo por temer que, como os gauleses da aldeia do Astérix, o céu me caia em cima da cabeça. Podia comentar a política agrícola comum e a nacional, mas reconheço que ela não existe. E eu não consigo comentar, por muito que me esforce, uma realidade que foi estruturante para o país e que já não existe. O que sim existem são por aí alguns senhores que lá vão, nos seus tempos livres, semeando e plantando qualquer coisinha, mas mesmo esses foram já ultrapassados pelos chefes de família que tratam da relva, das flores e da oliveira (velha e única) dos seus jardins, nos intervalos da bola ou entre o almoço e o lanche da tarde de domingo. Podia ainda falar-vos na defesa nacional mas também não consigo porque me dá logo uma crise de riso. E, como isto está, quem é que será tão louco ao ponto de ter a pretensão hegemónica de tomar pela força das armas um país insolúvel (com um exército irrisório, uma marinha de opereta e uma força aérea que cada vez que põe uma esquadra a voar logo vê cair, impotente, mais uma aeronave), sempre com a corda ao pescoço, que, para provar coerência e verticalidade, faz jus ao velho aforismo do governador do império romano que, referindo-se aos lusitanos, sentenciou: é um povo para lá do istmo peninsular ibérico que nem se governa nem se deixa governar. E podia, por fim, tentar falar-vos da cultura, da política cultural do nosso governo e das iniciativas culturais das nossas instituições mais prestigiadas. Lá poder podia, mas depois de ler as palavras do Paulo de Carvalho, encontro-me do lado do espanto. Por fim encontro a razão da nossa indigência cultural.

 

Ora vejam lá, um dos nossos músicos mais consagrados, mais respeitados e mais acarinhados, queria ser toureiro ou futebolista e caiu na música. Assim sem mais. Uma manhã, que eu imagino de Primavera, acorda o Paulo a sonhar ser toureiro, vai até uma praça de touros no Ribatejo, pede para experimentar dar umas voltas com a capa com a finalidade de enganar uma vaca, pois é por aí que se começa, e depois da primeira corrida atrapalha-se, cai e suja a roupa lavadinha de fresco. Desiludido, segue caminho até ao Estádio da Luz, pede emprestadas umas chuteiras e põe-se a fintar os adversários, mas com pouco jeito. Para não desiludir logo o rapaz, o treinador sugere-lhe que calce as luvas e vá para a baliza. Que é sítio pouco desejado. Ele amua, tira as chuteiras e vai para casa jantar. Depois de jantar encontra uns amigos que possuem uns instrumentos e com eles forma um grupo que toca alto música rock e canta em inglês. Ele desenrasca-se na bateria. A partir daí foi sempre a subir. Abandona a bateria e começa a cantar a solo. Concorre aos festivais da canção e até chega a ganhar um. Nesse seu dia de triunfo decide abandonar os sonhos de adolescente e tornar-se um cantor profissional. Seguidamente viu uma sua canção ser uma das senhas do 25 de Abril. Ficou célebre como o caraças. A pedido de Sá Carneiro compôs o hino do PPD, fez-se militante do PCP e por aí anda a cantar e a encantar as plateias deste país de poetas e trovadores. E tudo isto sem nunca se embebedar. Olhem que é obra, enfrentar sóbrio toda uma vida artística de sucessos. Daí o meu espanto.

 

Mas reparem agora numa coisa: nenhum músico conseguiu impor-se fora de portas. Todos preferiram ficar por aqui a moer-nos o juízo. Os casos de sucesso artístico, que não são músicos, preferiram todos emigrar: Vieira da Silva, Paula Rego, Saramago, Mourinho e Cristiano Ronaldo. Ora isto dá que pensar. Daí o meu espanto. E os músicos, os de qualidade, são há décadas os mesmos: Paulo de Carvalho, Fernando Tordo; Sérgio Godinho, Fausto, José Mário Branco, Carlos Mendes, Rui Veloso, Luís Represas, etc., que se vão misturando em projectos aleatórios para fazerem render o peixe.

 

O espanto, dizem, é uma atitude de quem se surpreende com admiração diante de alguma realidade ou pessoa. Não é forçosamente a realidade a ser surpreendente. Ou melhor, a realidade pode simplesmente ser olhada desde um novo ponto de vista. Por isso, o espanto é uma reacção individual que observamos sobretudo nas crianças e nos poetas dignos desse nome. Com o passar do tempo, vamos perdendo inexoravelmente a capacidade de nos espantarmos. As experiências em vez de nos ajudarem a viver com maior intensidade, parece que criam em nós uma carapaça, uma protecção, que nos distancia da vida real, como se, ao mesmo tempo, fosse possível proteger-nos da vida e desfrutá-la até ao âmago.

 

Por isso deixem-me socorrer de Camões: “E, afora este mudar-se cada dia,
 / Outra mudança faz de mor espanto: / Que não se muda já como soía.

 

 

PS – E, por favor, tomem atenção às meias, pois anda por aí muito fidalgo que compra os sapatos na Baviera e as meias nos chineses, pensando que o que não é visto não interessa. E alguma razão tem o povo quando, na sua infinita sabedoria, diz: Homem pobre, meia de seda, caldeirão de cobre.


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Domingo, 3 de Outubro de 2010

Portefólio – Corpo de Cristo – 26 de Maio de 2005


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Sábado, 2 de Outubro de 2010

Portefólio – Desfile Etnográfico – Chaves, Julho de 2004


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